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17/11/2017
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Notícias(Setembro/2007)

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Um caminhão para até 57 toneladas... Para quê???
Algo estranho aconteceu nesta manhã de domingo. Como habitualmente faço fui verificar se havia recebido a revista semanal que assino.

No chão, perto do portão, um saco branco reluzente, como aqueles de lixo do Leblon, cantados por Gil e Caetano anos atrás, trazia o logotipo de uma marca alemã de automóveis e o anúncio em letras garrafais "Conheça na CartaCapital o caminhão projetado para o transporte de até 57 toneladas".

Confesso que de imediato não me dei conta da barbaridade, mas algo ruim tomou conta de minha alma naquele momento.

Abri o saco, retirei a revista, folhei-a, vi o anúncio e finalmente me caiu a ficha.

Para que precisamos de caminhões que transportem até 57 toneladas???

Em um país onde há uma malha rodoviária largada ao descaso e a ferroviária (praticamente oligopolizada) inexiste, parece uma provocação, uma piada de mau gosto, o lançamento de um caminhão com tal capacidade.

Sabemos que são os pesados e pesadíssimos caminhões, os veículos que mais destroem nossas precárias estradas de rodagem, além de gastar toneladas e toneladas de combustível ao transportar coisas que poderiam ser levadas por trens a um custo social, econômico e ecológico muito mais baixo.

Estes monstros das estradas, além de poluentes, são destruidores de vida, principalmente em mãos de empresários sem escrúpulos que em nome de lucro absoluto fazem com que seus motoristas entupam-se de "bolas" para poder fazer o maior percurso em menor tempo possível, aproveitando melhor todo o dinheiro empatado no monstrengo sobre rodas.

Quantas pastilhas de freio não serão gastas para segurar estes montrengos descida abaixo e nas curvas de nossas estradas serranas? Quanto material cangerígeno não é expelido no ar com o superaquecimento de pastilhas de freio?

Os super-pesados, como são chamados no mercado estes caminhões de alta-tonelagem, provocam acidentes e poluem o meio ambiente gerando pesados custos para o sistema de saúde pública, bancado pelo Estado, ou seja, pelos cidadãos que pagam impostos, ou ainda, pelos honestos... Em outras palavras ajudam a piorar o que já é ruim.

Então fico a me perguntar:
- Onde fica a responsabilidade social de todos os envolvidos no projeto, homologação, produção, divulgação e comercialização de tal tipo de veículo?
- Onde está a responsabilidade da VW ao projetar, produzir e colocar tal monstro nas ruas?
- Onde estão os orgãos de Governo que deveriam cuidar do intertesse público, proibir a produção e uso deste tipo de veículo que só fará aumentar o já farto número de estradas esburacadas em nosso país?
- Onde está a responsabilidade social de CartaCapital que aceita publicar um anúncio desses?

Entendemos que neste sistema capitalista que vivemos todos precisam do vil metal para sobreviver, mas a ética tão cobrada deveria impor limites e chamar nossa consciência a responsabilidade de não homologar, produzir, divulgar e comercializar tais aberrações industriais.

As empresas poderão alegar que não é culpa delas a má utilização deste tipo de veículo, mas o fato de tal veículo existir contribue em muito para piorar todos os indicativos relativos às estradas e à saúde pública, pelo menos... O veículo até poderá ser utilizado dentro da "legalidade", mas sua simples passagem por nossas estradas já deixará marcas e buracos que poderão provocar muitos acidentes.

Estradas piores fortalecem a grita contra o Estado e ajuda às aves de rapina que querem engolir todas as jóias da coroa e privatizar todos os bens da viúva.

O Estado, ou buscará através de uma maior arrecadação de impostos mais recursos para manter as estradas ou tentará privatizá-las para que sejam mantidas por empresas privadas que cobrarão altos pedágios.

De uma forma ou de outra, nós simples cidadãos pagaremos mais caro por tudo, já que o frete rodoviário tem um peso grande na composição de preços em nosso país. E nós pagaremos mais devido a irresponsabilidade daqueles que projetam, produzem, homologam, divulgam e comercializam este tipo de veículo.

Este parece ser um jogo de ganha-ganha entre os habitantes da Casagrande (políticos, empresários, técnicos e burocratas) enquanto que para os ocupantes da Senzala resta o perde-perde.

Senhores, onde queremos chegar com este tipo de desenvolvimento?

Que tipo de país e de mundo vocês querem construir?

Será que todos se renderam à máxima de nossa retrógrada direita de fazer uma democracia e uma nação sem povo???
Enviada por Sérgio Bertoni, às 19:07 30/09/2007, de Curitiba, PR


Consumir produtos regionais pode preservar o planeta
Por Elisa Correa

Vem da Itália mais uma iniciativa contra a poluição do planeta: o ?menu a quilômetro zero?, selo dado a bares e restaurantes que servem pratos feitos apenas com produtos locais e da estação, produzidos a poucos quilômetros de distância.

A idéia foi criada pela organização agrícola Coldiretti para conscientizar as pessoas de que o simples fato de comer também pode ajudar a poluir o meio ambiente.

O objetivo é levar o cardápio de baixo impacto ambiental aos refeitórios de escolas, hospitais e órgãos públicos italianos.

O transporte de produtos importados, de frutas exóticas e verduras fora da estação ­ em aviões, trens, caminhões e navios ­, aumenta muito a emissão de CO2 na atmosfera.

A distância percorrida pelo alimento do campo até nosso prato é conhecida mundialmente como food miles e pode ser calculada. Apesar de não ser exata, dá uma idéia do estrago: na viagem de 1 quilo de cerejas argentinas até Roma, por exemplo, são percorridos 12 mil quilômetros e emitidos 16,2 quilos de CO2.

E você não precisa esperar o selo chegar ao Brasil: na próxima vez que for ao supermercado, ao mercadinho da esquina ou à feira de rua, converse com o vendedor e descubra quais são os produtos da sua região ­ e dê preferência ao que foi plantado e colhido mais perto de você.
Enviada por João Antonio Silva, às 14:35 29/09/2007, de Porto Alegre, RS


Capacidade industrial atinge recorde de uso
Nível de uso da capcidade industrial brasileira é o maior em 30 anos, segundo a FGV

O nível de utilização da capacidade instalada da indústria atingiu em setembro o maior patamar desde janeiro de 1977, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). Em setembro de 2007 o índice ficou em 86,1%, ante 87% em janeiro de 1977.

A capacidade instalada reflete qual quantidade de produtos uma indústria é capaz de fabricar com as máquinas e unidades que tem.

O nível do uso da capacidade não é preocupante, já que vem acompanhado por investimentos e contratações, ou seja, não causará inflação por falta de produtos no mercado.

Para especialistas, a alta do investimento feito pelas empresas começará a surtir resultado no final do ano para atender a demanda. O aumento de emprego também ameniza a preocupação com a forte demanda.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 14:30 29/09/2007, de Curitiba, PR


Quem é realmente decente não esconde seu passado
PPS esconde seu passado comunista

Roberto Freire e outros representantes do PPS deveriam ter vergonha da propaganda eleitoral que vincularam em rede nacional de TV e não do glorioso passado do Partido Comunista Brasileiro.

O PPS é o herdeiro burguês do PCB, o velho e glorioso Partidão, e tem vergonha de seu passado. Por isso, o esconde do povo brasileiro, apostando na falta de memória e capacidade de discernimento de nossa população. Repetem o joguinho da direita mais atrasada.

Roberto Freire e seus aliados escondem as falcatruas que fizeram no final dos anos 70 para derrubar Prestes da direção do Partidão e alçar Giocondo Dias à Secretaria Geral do PCB.

Escondem que mantiveram parentes, filhos e amigos estudando em Moscou, Leningrado (hoje São Petersburgo) e outras cidades soviéticas às custas do PCUS (Partido Comunista da União Soviética), ou melhor, às custas da miséria do povão soviético.

O PPS esconde que passou de perseguido da ditadura, na época do regime militar, a aliado, no atual período democrático, dos partidos que deram sustentação política ao regime militar.

O PPS esconde que foi aliado de primeira hora de PSDB e PFL no vergonhoso governo neoliberal que detenou com o país entre 1995 e 2002. O PPS era aliado do governo de FHC que aumentou a dívida pública do país (de 38% para 58% do PIB), subiu a carga tributária para mais de 36% do PIB em 2002 e vendeu o patrimônio público brasileiro a preço de banana no processo popularmente conhecido como privataria. No governo do demo-tucanato apoiado pelos oligarcas do PPS, o Brasil quebrou três vezes e fez os piores acordos com o FMI.

Mas Roberto Freire tem vergonha de seu passado, por isso o esconde, assim como esconde que se aliou a oligarquia pernambucana para combater Miguel Arraes. É sabido que historicamente esta oligarquia combateu o PCB e perseguiu ferrenhamente o esquerdista histórico Arraes, do Partido Socialista Brasileiro.

PPS esconde seu passado comunista porque traiu seus princípios ideológicos, traiu sua história. PPS esconde seu passado porque hoje é um partido da direita, do capital, dos interesses particulares e regionais que nada tem em comum com os interesses dos Trabalhadores brasileiros.

Quem é realmente decente não esconde seu passado, a não ser que o tenha traído em seu presente, como é o caso do PPS.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 09:02 28/09/2007, de Curitiba, PR


Cargill: Empresa global, repressão e perseguição também!!!
Cargill/Finexcor: Despidos y paro en frigorífico de Santa Fe

Como consecuencia de 14 despidos injustificados siguen paralizadas las actividades en el frigorífico Finexcor SA, en la provincia de Santa Fe. Continúan las negociaciones

El pasado lunes 24, los trabajadores del frigorífico Finexcor SA, propiedad del grupo estadounidense Cargill, decidieron paralizar sus actividades luego de que la empresa despidiera a 14 trabajadores de su planta ubicada en la localidad de Nelson, provincia de Santa Fe, y les prohibiera el ingreso al local de trabajo a cuatro delegados sindicales. Según explicó Daniel Rosa, secretario general del Personal de la Industria Frigorífica de Santa Fe, la idea es ?mantener la huelga hasta tanto se reincorpore a los cesanteados?.

Desde el inicio de la huelga se han mantenido varias rondas de negociación entre delegados sindicales y representantes de la empresa, con la mediación del Secretario de Trabajo de la Provincia, Alberto Gianneschi. La exigencia de la empresa de que se levanten las medidas de lucha sin haber llegado a un acuerdo sobre la reincorporación de los 14 despedidos, fue rechazada por los representantes del personal, quienes consideran que ?no existe motivo alguno para echar personal?.

Al igual que otras cesantías anteriores, las más recientes fueron relacionadas por la empresa con los recortes energéticos impuestos en los últimos meses por el gobierno argentino y la consiguiente baja de la faena. Sin embargo, desde el Sindicato se recuerda que esos recortes no llevaron automáticamente al cese del personal, manteniéndose incluso 110 trabajadores con ?garantía horaria?. Las medidas de la empresa fueron duramente criticadas por el presidente Comunal de Nelson, Dionisio Ramírez, quien expresó su desacuerdo con la decisión de la empresa y destacó que fueron justamente ellos quienes, ante la ausencia de una organización sindical en la planta, actuaron en representación del personal y ?sacaron la cara por la empresa? solicitando a las autoridades nacionales una ampliación de los cupos de distribución de electricidad.

La compañía Finexcor fue fundada en la década del 60 y contó originalmente con una planta situada a 22 km de Buenos Aires. En agosto de 2003 abrió su segundo frigorífico en Nelson, una localidad de unos 5.000 habitantes ubicada a 40 km al norte de la ciudad de Santa Fe, donde emplea actualmente unas 450 personas. En total, la empresa cuenta con cerca de 1.500 trabajadores.

En 2005 Finexcor fue adquirida por la transnacional estadounidense Cargill, ?como parte de su estrategia de estar presente en las áreas de mayor producción de carnes del mundo?, según se puede leer en el sitio Web de esa compañía. El 60 por ciento de su producción (carnes vacunas frescas y congeladas, carnes cocidas y hamburguesas, entre otros) es para la exportación, mientras que el 40 por ciento restante se destina al mercado interno.

Vale la pena recordar el enfoque de trabajo de Cargill Argentina expresado en su sitio Web, donde se puede leer, entre otras declaraciones de buenas intenciones:

?Mediremos nuestro desempeño teniendo como objetivo lograr empleados comprometidos, clientes satisfechos, comunidades que prosperan, crecimiento rentable?. ¿A quién pretende convencer la transnacional?

Fonte: http://www.rel-uita.org/companias/cargill/cargill-finexcor.htm
Enviada por Nilson Antonio, às 15:48 27/09/2007, de Jaraguá do Sul, SC


Mensalão tucano. Qual será o tratamento da mídia?
Por Luiz Henrique Ortiz Ortiz

O relatório da Polícia Federal expõe as víceras do mensalão do PSDB e atinge mais de uma centena de personalidades políticas e empresariais, principalmente o chefe e percursor do malfadado esquema de financiamento de campanha, o senador mineiro Eduardo Azeredo.

Pelo exposto pela polícia federal, quase a totalidade do primeiro escalão do governo de Azeredo está envolvida e deverá ser denunciada. A famosa lista de Cláudio Mourão foi tremendamente investigada, comprovando a veracidade da mesma.

Esperamos com expectativa que o Procurador Geral da República não vire nesse caso, o antigo engavetador de FHC e, apresente a referida denúncia não se deixando levar pelas manobras políticas para evitar a exposição dos protegidos do imprensalão partidarizado deste país.

Vale ressaltar que, vai ser de suma importância a referida denúncia para que possamos observar como será a cobertura da mídia, quando um caso envolve os partidos que apóiam o atual governo e este, muito mais grave, pela quantidade de indiciados, que envolve o PSDB subalternos à mídia golpista.

O interessante é que a ?grande mídia? não se manifestou de maneira contundente sobre este mensalão como já fez em outros casos. Será que dirão também que é uma quadrilha do ?ali baba e os cento e tantos...?? será que dirão que é uma quadrilha onde o chefe é o Eduardo Azeredo? ou será que dirão que ?ainda não há nada de concreto?. É esperar para ver...
Enviada por Nilson Antonio, às 12:36 27/09/2007, de Jaraguá do Sul, SC


O Brasil, Renan e a mídia...
Por Almir Américo

Não tenho nenhuma simpatia pelo Calheiros. Mas nessa novela atual do Senado, eu compartilho a opinião do comentarista abaixo, publicada no site do Nassif.

Esses barões venais da mídia estão querendo desmoralizar as instituições e desvalorizar a manifestação eleitoral, o que significa golpear a democracia um pouquinho por dia.

Um outro exemplo, eu sou contra esse negócio de Agências reguladoras desde o momento que os sacanas de FHC inventaram isso. Mas não posso concordar que o ministrinho tucano que Lula colocou na Defesa, respaldado pela mídia venal, queiram destituir os diretores da ANAC no grito.

Qual é a regra?

Por mais incompetentes que possam ser os diretores, vamos pressioná-los a trabalhar direito, não arrancá-los à força de seus mandatos. Que putaria é essa?

E se Lula, ao ter assumido seu primeiro mandato, tentasse destituir a corja que FHC assentou nessas agências...

- O que aconteceria?

- O que diriam esses sacanas da mídia?

Ah, meus amigos, o barbudo já teria descido ao inferno se isso tivesse acontecido. Êta mídia de merda!

Um jogo de soma zero

Enviado por: Roberto Grün

Está cada vez mais ficando claro que o jogo de legitimidade é de soma zero, ou pelo menos os atores sociais, a mídia em especial, estão pensando assim. Nessa meleca na qual nos afundamos cada vez mais, a legitimidade da mídia parece que só cresce qdo diminui a dos políticos, dos intelectuais, do judiciário, etc...

É triste ver figuras respeitáveis, como o Dines, entrando nessa armadilha e fazendo o número de pai do partido da imprensa.

Eu não votaria no Renan, mas o básico da história é que ele foi eleito e o critério da manifestação eleitoral majoritária não pode ficar abaixo do "clamor popular" aferido e legitimado pela mídia.

Essa história de pedir a cassação de políticos eleitos como quem berra o nome do seu time ou xinga o juiz é um enorme retrocesso da nossa democracia e nele a mídia tem um triste papel principal.

A Sociologia explica esse ciclo vicioso, mas não exime de culpa aqueles que movem esse moinho
Enviada por Almir Américo, às 12:18 16/09/2007, de São Paulo, SP


Portugueses reclamam da mídia... inglesa!!!
O mundo inteiro foi comovido pela imprensa por conta do sequestro em Portugal de Madeleine McCann, uma garotinha inglesa. Campanhas forma feitas e milhões de euros foram doados à família McCann.

Porém, as investigações mostram vários buracos na versão apresentadas pelos pais da vítima.

Os portugueses acham que tudo não passou de uma armação do McCann com apoio da imprensa britânica e de determinados políticos ingleses.

Veja aqui o que o jornal espanhol El país publicou sobre o tema.

Infelizmente não é só aqui que o shownarlismo domina a cena nos noticiários e se coloca acima da verdade.

Engana-se quem acha que lá no chamado primeiro mundo a coisa é diferente. Muito pelo contrário foram eles que inventaram este tipo de desrespeito a verdade, sordidamente copiada pela nossa imprensa colonial.

É a bárbarie tomando conta!
Enviada por Sérgio Bertoni, às 06:15 14/09/2007, de Curitiba, PR


Renan é absolvido! FHC também!
O senador Renan Calheiros foi absolvido pelos coleguinhas de Senado

Pouco importa se foi oposição ou situação quem garantiram a salvação do senador alagoano neste processo.

O que importa mesmo é que, ao absolver Renan, o Senado de quebra absolveu FHC, de quem Renan foi ministro e assim como o senador alagoano andou transando e tendo filho com jornalista da Globo.

É sabido até pelo mundo mineral que a Globo manteve a namoradinha de FHC bem longe do país durante o tronopólio do príncipe dos sociólogos e bancou a boa vida (no exterior) da funcionária-amante de presidente.

Por que julgar Renan se nunca julgaram FHC pelos mesmos crimes?

Ou será que empresa de comunicação pode bancar amantes de políticos e empreiteiras não?

Por que condenariam Renan aqui no Brasil se lá nos States, metrópole adorada por nossa imprensa colonial, absolveram Bill Clinton que, como o mundo inteiro sabe, recebeu um belo boquete e gozou no vestido de Monica Levisnki na Sala Oval, seu sagrado local de trabalho, hoje conhecida popularmente como Sala Oral???

Não somos moralistas nem muito menos apelamos para o falso-moralismo pseudo-cristão de nossa elite.

Também não achamos que Renan deva continuar Senador, como FHC não devia ter continuado presidente até 2003.

Que se julgue e se condene todos aqueles que cometeram crimes, sem distinção de partido, cargo político ou status social.

Pobre país o nosso que precisa conviver com tantos jornalistas, empresários e políticos mediocres e que se acham os donos da cocada preta!!!

Confira no Conversa Afiada a versão de Paulo Henrique Amorim sobre a absolvição de Renan e a derrota dos grandes meios de comunicação.

Também não deixe de ler o que escreveu Mino Carta em seu blog na semana passada sobre Renan, FHC, Clinton e a capacidade de raciociínio em nosso país.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 20:22 12/09/2007, de Curitiba, PR


Absurdo!!! Nestlé pede e Kassab reduz carne em sopa escolar
Por solicitação da transnacional suiça Nestlé, que queria participar de licitação, a Prefeitura de São Paulo piorou a qualidade nutricional da sopa que será distribuída nas escolas públicas da cidade de São Paulo, infelizmente, governada por Gilberto Kassab, do Demo, na verdade eleito em 2002 vice-prefeito do tucano José Serra.

Nutricionistas haviam previsto 7 kg de carne a cada 100 kg de sopa; com a mudança, administração passou a exigir só 0,5 kg.

É um absurdo

Mas o que esperar de uma cidade onde se elege o PSDB, assume o Demo (PFL) e quem governa é o PCC???

Resta saber se por exigência da Nestlé a Prefeitura também reduziria a quantidade de carne da ração do cachorro do Kassab.

Paulistano! Se você tem vergonha na cara e algum compromisso com o futuro de nossas crianças, então, não vote nestes fascistas dominados pelos interesses transnacionais.

Comparem os dados econômicos, os feitos sociais. Enquanto o governo federal, sob o comando do operário Lula, melhora aos poucos as condições de vida para o povão, a elite branca paulistana sede a pressões das transnacionais e piora a qualidade da merenda distribuída nas escolas públicas.

Se liga!!! O pior cego é aquele que não quer ver!!!

Enviada por Sérgio Bertoni, às 15:05 12/09/2007, de Curitiba, PR


PIB brasileiro cresce 5,4%.
É Agora, Lula!!!
O Produto Interno Bruto do Brasil acelerou, confirmam os dados do IBGE

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados nesta quarta-feira, o PIB a preços de mercado cresceu 5,4% em relação ao segundo trimestre de 2006. Destacam-se o crescimento da atividade industrial (6,8%), seguida pelos serviços (4,8%) e pela agropecuária (0,2%).

O PIB alcançou, no segundo trimestre de 2007, R$ 630,2 bilhões, sendo R$ 542,7 bilhões referentes ao valor adicionado a preços básicos e R$ 87,5 bilhões, aos impostos sobre produtos.

No 1º semestre de 2007 , o PIB apresentou crescimento de 4,9%, em relação a igual período de 2006, sendo que os setores da indústria e serviços cresceram 4,9% e 4,7%, respectivamente; e a agropecuária, 1,4%.

A taxa acumulada nos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2007 teve crescimento de 4,8% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Nunca o país passou por um período de crescimento com a conjunção de tantos fatores positivos:
- Democracia
- Recuperação salarial e do poder de compra
- Inflação sob controle
- Dívida externa diminuindo
- Dívida interna controlada
- US$ 163 bilhões de reservas internacionais
- Superávit comercial de US$ 28,717 bi (jan-ago 2007)
- Exportações somando US$ 105,9 bi (jan-ago 2007)
- Expansão dos investimentos públicos
- Contratações de funcionários públicos
- Recuperação do Salário Mínimo
- Diminuição da pobreza
- Aumento da classe média, etc.

Lula só não nadará de braçada se não quiser ou se negar-se a fazer crescer o bolo social e fazer com que as reformas clamadas pelos movimentos sociais e sindical avancem.

"Vamos trabalhar para que não tenha um superaquecimento, porque tudo que é superaquecido queima. Se você colocar pão no fogo, feijão no fogo ou arroz, carne, e superaquecer, você estraga o seu prato." delcarou o Presidente da República.

Mas o governo não pode deixar o fogo muito baixo e correr o risco de deixar a "comida" aguada ou mal cozida. Para que tudo funcione é preciso avançar não só em termos econômicos, mas principalmente em termos sociais.

Enfim é hora para:
- Chamar os credores e dizer-lhes: "Olha aqui nós já provamos que somos bons pagadores. Agora diminuiremos o ritmo dos pagamentos e vamos reescalonar as dívidas porque vamos investir em nossa economia, no bem-estar de nosso povo"

- Buscar desesperadamente melhorar o IDH - Índice de Desenvolvimento Humano

- Investir mais em Saúde, Educação e Transporte Público de qualidade

- Fazer ferrovias e reconstruir a malha rodoviária e aeroviária do país

- Aprofundar a Reforma Agrária

- Fazer a Reforma Sindical para Democratrizar os Sindicatos e as relações de Trabalho com a instituição de OLTs - Organizações nos Locais de Trabalho

- Acabar com o imposto sindical que garante a sobrevida política de dirigentes sindicais sem nenhuma legitimidade e representatividade em suas bases

- Fazer a Reforma Trabalhista de forma a aumentar os direitos dos Trabalhadores e acabar com a terceirização, precarização e a informalidade

- Diminuir a carga tributária que pesa sobre as costas dos Trabalhadores e da classe média, mas acaba por isentar as grandes fortunas e empreendimentos?

Para não queimar o arroz nem deixá-lo empapado a hora é agora.

Deixemos a palavra de ordem: Agora é Lula.

Adotemos É Agora, LULA!!!
Enviada por Sérgio Bertoni, às 13:42 12/09/2007, de Curitiba, PR


Rússia: Fiat monta empresa mista com terceirizada local
Fiat anunciou a assinatura de uma carta de intenções para criar uma empresa mista com a montadora russa Severstal Avto

A Severestal Avto, antiga divisão de automóveis da siderúrgica Severestal, monta para a Fiat em território russo os modelos Albea (um Siena modificado), Doblo, Ducato e Linea.

Além disso a empresa russa é distribuidora oficial da Fiat e comercializa os modelos Punto, Panda, Croma, Doblo Panorama, Doblo Cargo e Ducato. A empresa mista foi criada para fabricar carros e caminhões com a marca Fiat na Rússia a partir do primeiro trimestre de 2008, sob controle da empresa italiana.

A Severestal Avto também monta jipes para a Koreana SsangYong, caminhões e chassis de até 5 toneladas para a japonesa Isuzu, além de jipes russos da marca UAZ e motores russos ZMZ.

A Sevestal Avto detém os controles acionários da UAZ - Fábrica de Automóveis de Ulianov, da ZMZ - Fábrica de Motores do Alémvolga e da ZMA - Fábrica de automóveis de pequena cilindrada, todas construídas com dinheiro público evidentemente na época da URSS.

Pelo andar da carroagem, é grande a probabilidade de que todo este patrimônio do povo soviético venha a se tornar propriedade italiana.

Será que foi para isso que o povo russo lutou tanto no século XX???
Enviada por Sérgio Bertoni, às 08:24 12/09/2007, de Curitiba, PR


Em 1973, um outro 11 de setembro trouxe mais desgraças ao mundo
É incrível o poder de manipulação do império através de seus meios de comunicação de massas, mas também é incrível como parte da esquerda se deixa levar por ela

O atentado às torres gêmeas de Nova York, cujos verdadeiros responsáveis provavelmente não serão apontados, está contribuindo para que o mundo todo esqueça que em 1973 eram os EUA e outros países desenvolvidos que patrocinavam um dos maiores e mais sangrentos atentados terroristas que este mundo já viu, atacando a Democracia e a vontade de todo um povo.

Sob o comando de Pinochet e outros militares aloprados, fascistas e sedentos de poder, as forças armadas chilenas (com letras minúsculas mesmo, porque se dispuseram a fazer o papel sujo de cãos de guarda do império), devidamente apoiadas pelas grandes potências e suas agências de informação e "cooperação", desferiram em 11 de setembro de 1973 um duro golpe de estado para derrubar o governo de Salvador Allende e destruí-lo fisicamente, matando ao prórpio presidente democratica e legitimamente eleito.

O desprespeito do império em relação a vontade popular ficou claramente registrado na declaração de Henry Kissinger: "Eu não vejo porque nós temos de esperar e olhar um país se tornar comunista devido a irresponsabilidade de seu povo". Kissinger, que mesmo sendo um dos que idealizaram e apoiaram o Golpe de Estado no Chile foi laureado com o Prêmio Nobel da paz em 1973!!!

Ironicamente, foi em nome da "democracia", dos "valores cristãos" e da "liberdade", que Pinochet gerenciou uma ditadura de 17 anos que resultou em mais de três mil desaparecidos, prisões ilegais, violações da constituição e execuções extra-judiciais. Certamente é por pura conincidência que estes mesmos valores orientam as ações de norte-americanos e seus aliados nas invasões e guerras desvairadas que promovem por este mundo afora...

O médico Salvador Allende (1908-1973) foi o primeiro esquerdista eleito presidente da República pelo voto direto na América Latina. Antes de se tornar presidente foi deputado, ministro da saúde, senador e candidato derrotado para as eleições presidenciais de 1964.

Seis anos depois, Allende vence a eleição com 36% dos votos pela coalizão de esquerda Unidade Popular (UP).

Com a expectativa da vitória de Allende criou-se uma comissão de especialistas, tendo Henry Kissinger como líder, para tratar a questão chilena. A opção de intervenção eleitoral foi descartada e o golpe de estado passou a ser a opção mais aceita logo após a vitória de Allende nas urnas.

Allende e os socialistas estiveram no governo por três anos. Em todo este período viveram sob forte pressão dos grupos direitistas, midiáticos e fascistas que pregavam contra o perigo comunista em seus tablóides.

Criou-se toda uma situação para colocar parte da população chilena contra o governo Allende. Em resposta às tentativas de nacionalização das indústrias e concretização da reforma agrária promovidas pelo governo, empresários de todos os setores econômicos provocavam o desabastecimento do comércio, gerando filas enormes e inflação. Crises e mais crises foram artificalmente geradas e a culpa sempre creditada ao governo. E não podemos deixar de reconhecer que, mesmo não sendo consumistas, as pessoas em geral são extremamente sensíveis às crises de abastecimento e os trabalhadores, em especial, às crises inflacionárias que corroem seus salários.

Todo o terror criado fez com que boa parte da população chilena desejasse a saída de Allende. Entretanto, muitos dos que eram contrários a Allende também não queriam uma ditadura militar, pois não concordar com as diretrizes de um governo não é a mesma coisa que apoiar uma ditadura voraz.

Criada a situação "favorável", no dia 11 de setembro os milatares partiram para a ignorância. Tanques e aviões bombardearam o palácio La Moneda, sede do governo chileno. 20 mísseis foram disparados pelos caças que levaram destruição e atearam fogo no prédio. Allende é assassinado dentro do La Moneda e cumpre a triste promessa de deixar o palácio presidencial somente na horizontal.

Logo após o golpe foi decretado estado de sítio. Uma junta formada pelo general Augusto Pinochet, que era o presidente da mesma; Gustavo Leigh das forças armadas, Cesar Mendoza dos carabineros e José Toribio Merino da marinha declara seus objetivos: recuperar a "identidade chilena, a justiça e as instituições", e começa a agir feroz e contrariamente a estes objetivos.

Começa uma ditadura sanguinária que se vale de todos os métodos repressivos disponíveis: assassinatos, torturas, desaparecimentos e genocídios. Tudo isso em nome da paz e democracia.

O Estádio Nacional de Santiago foi transformado num campo de prisioneiros e tortura. De acordo com a Cruz Vermelha pelo menos sete mil pessoas "passaram" pelo Estádio Nacional. Nem todas sairam vivas. Muitas foram enterradas nas próprias paredes do Estádio.

Os militares executaram dezenas de estudantes nas próprias salas de aula onde resistiam ao golpe. Trabalhadores foram mortos em seus lugares de Trabalho.

No dia 13 a Suprema Corte declara seu apoio ao golpe. A Justiça foi o único poder mantido para justificar a democracia. No dia seguinte, o Congresso Nacional é dissolvido. A Igreja Católica local apóia o regime ditatorial, mas faz de conta que não ao pedir que a Junta respeite os oponentes e os valores cristãos. Pinochet e seus aliados acatam o pedido perseguindo e eliminando fisicamente esquerdistas e ateus, portanto, os desprovidos de valores cristãos.

Até hoje o povo chileno segue dividido entre os que apoiaram Allende e aqueles que apoiavam Pinochet. Até hoje, 34 anos depois, os chilenos ainda não conseguiram superar os traumas deixados pelos terrorismo estatal promovido por Pinochet e seus aliados locais e estrangeiros. Até hoje muitos chilenos vivem na paranóia da perseguição e famílias não conseguem se reconciliar. Até hoje há pais que rejeitam seus filhos, assim como há filhos que rejeitam os pais por terem lutado contra a ditadura.

Em nome de suas ganâncias e interesses econômicos as grandes potências mundiais patrocinaram o golpe no Chile, valeram-se do terrorismo de Estado e detonaram com o futuro de todo um povo.

Muitos culpam Margareth Thatcher e Ronald Reagan pela imposição do néo-liberalismo ao mundo, mas foi Pinochet, com a ajuda dos chamados "Chicago Boys", o pioneiro na implantação das bases do néo-liberalismo que Thatcher e Reagan cuidaram de dissiminar pelo mundo afora anos depois.

O 11 de setembro de 1973 trouxe muito mais desgraças ao mundo que aquele de 2001...

Qualquer semelhança com as tentativas de golpes midiáticos na atualidade não é mera coincidência. Aprender a lição chilena é importante para qualquer país que opte por defender sua soberania. Nunca poderemos esquecer que aos donos do capital mais vale um ditador aliado que milhões de pobres, democratas ou esquerdistas que defendam os interesses de seu povo.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 08:35 11/09/2007, de Curitiba, PR


11 de Setembro: pontas soltas de uma história mal contada
Por Ismel Enriquez

O sexto aniversário dos ataques às Torres Gêmeas de Nova York traz à memória dos estadunidenses uma histórias que para alguns é difícil de se acreditar. A versão oficial sustenta que 19 homens de origem árabe sequestraram quatro aviões com o objetivo de lançá-los contra símbolos do poder ewconômico, militar e político dos EUA e vingar assim os desmandos de Washington no Oriente.

As Torres em chamas: seis anos depois, sob suspeita

O governo sustenta a culpa dos muçulmanos pelos atentados e vê a investigação como coisa do passado. Mas a maioria dos norte-americanos acha que esse capítulo da história do país possui demasiadas lacunas e dados contraditórios para se dar o assunto por encerrado.

Pesquisa culpa Bush e Cheney

Um estudo do instituto Zogby revelou na quinta-feira passada que dois terços dos estadunidenses contestam que a Comissão Nacional encarregada de investigar os fatos tenha esclarecido alguns aspectos de forma convincente. A pesquisa apontou que 51% dos entrevistados culpam o presidente George W. Bush e o vice-presidente Dick Cheney pelo que consideram uma auto-agressão visando tirar o país do impasse econômico e melhorar a imagem do governo.

A prática mostrou que os maiores beneficiários da derrubada das torres novaiorquinas foram os empresários e políticos vinculados à indústria petrolífera: estes obtiveram uma justificativa para por as mãos nas reservas do Oriente Médio.

Suposições e afirmações

Histórias mais ou menos verossíveis, com dados comprovados ou não, especulam que as mãos da Casa Branca ou da CIA (Agência Central de Inteligência) estiveram por trás dos atentados. Outras responsabilizam Israel ou o Paquistão.

Fora do campo das suposições, Morgan Reynolds, ex-conselheiro de Bush em seu primeiro mandato, afirma que avião algum, por mais cheios que estivessem os seus depósitos de combustíveis, poderia derreter a estrutura de aço dos dois arranhacéus.

Reynolds sustenta que "somente uma demolição profissional, controlada, pode explicar todos os elementos comprovados na investigação sobre a destruição dos três prédios" (as duas Torres Gêmeas e a Torre 7, que tombou oito horas depois). Cientistas que tentam explicar por que as três construções foram tão completamente destruidas só encontram uma resposta: mãos desconhecidas teriam colocado explosivo thermite em seus alicerces para dar respaldo à versão de um ataque terrorista.

O testemunho do porto-riquenho William Rodríguez, que presenciou os fatos, assim como o registro sismográfico do momento da derrubada, confirmam a ocorrência de uma forte explosão antes do impacto dos aviões.

Andreas von Vulgo, ex-ministro da Defesa da Alemanha e especialista em operações sigilosas, disse em abril de 2006 que agentes da CIA realizaram os ataques, usando a Torre 7 como centro de controle, e depois a demoliram para suprimir evidências.

O ex-subsecretário do Tesouro dos EUA Paul Roberts afirmou certa vez: "Engenheiros qualificados disseram que o World Trade Center foi derrubado por cargas explosivas. De fato, quando se vê a forma como as torres caíram, não há como acreditar nisto."

O caso do ataque ao Pentágono

Outro aspecto que desperta controvérsias é a suposta arremetida de um avião da American Airlines contra a sede do Pentágono: as fotos do impacto e o tamanho da brecha que ele deixou fazem pensar em um míssil. Para muitos militares experimentados, é inconcebível que um avião voasse diretamente para o quartel-general das forças armadas estadunidenses durante 40 minutos sem acionar um alarma, e que a Força Aérea só tivesse sido acionada depois do atentado se consumar.

Suspeitamente, o Centro de Defesa Aeroespacial dos EUA estava apagado, e os terroristas escolheram como alvo a ala oeste do Pentágono, que estava em reformas e por isso abrigava menos pessoas que de costume.

Funcionários do governo observam que Washington detectou meses antes uma excepcional movimentação de membros da Al Qaeda, inclusive treinamento de pilotagem; o fiscal David Schippers até acusou o FBI (Birô Federal de Investigações) de ter conhecimento da data e dos objetivos dos ataques.

Um estranho seguro de US$ 3,2 bi

Tudo que foi ditoi ganha maior relevo quando se leva em conta que um investidos anônimo, cujo nome permanece em sigilo apesar do tempo passado, fez o seguro de cada uma das torres contra atos terroristas, no valor de US$ 3,2 bilhões, como informa o site da Voltarirenet.

Assim o 11 de Setembro pôde ser o catalizador mencionado por Cheney, pelo ex-secretário de Defesa Donald Rumsfeld e por seu lugar-tenente na ápoca, Paul Wolfowitz, propiciando seu projeto de um Novo Século Americano em que tencionavam revolucionar a indústria bélica dos EUA.

Fonte: Prensa Latina e vermelho.org
Enviada por Nilson Antonio, às 07:26 11/09/2007, de Jaragu[a do Sul, SC


Microsoft sofre derrota internacional:
ISO rejeita padrão proprietário OpenXML
OpenXML - NÃO!!!
A Microsoft não conseguiu transformar seu formato de documento eletrônico Office OpenXML em padrão internacional

Os membros da ISO (International Organization for Standardization), que analisaram a questão na sua última reunião (02/09), resolveram rejeitar o formato proposto pela corporação de Bill Gates.

Os votos contrários ao OpenXML teriam sido da França, Brasil, Canadá, Índia, Coréia e China. Também teria mvotado contra a Noruega, Inglaterra, Japão, África do Sul e Canadá. As abstenções teriam sido da Austrália, Espanha e Holanda.

A Suécia, que havia votado a favor do padrão da Microsoft, considerou seu voto inválido depois que se descobriu que a Microsoft havia oferecido 'incentivos' para empresas que votassem a favor do padrão.

Apenas Alemanha e Estados Unidos responderam "sim, com comentários", entre os países integrantes do comitê de gerenciamento técnico da norma.

Vitória da Liberdade é derrota do monopólio

Conforme informamos aqui a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que votou pelo Brasil na ISO, já havia tomado a decisão de rejeitar o formato, acompanhando a decisão do governo brasileiro em defesa do software livre livre nos fóruns internacionais. Na reunião da ABTN de 21/08, o relatório da sua comissão técnica apontava 63 problemas relacionados ao formato OpenXML da Microsoft.

Em 2006 a ISO havia definido o padrão aberto ODF para documentos eletrônicos. A adoção desse padrão significa que os usuários, para abrir e usar arquivos eletrônicos, não serão reféns de um único produto. Ou melhor, de uma única empresa, no caso a Microsoft.

Contudo Bill Gates não desistiu de tentar impor o seu padrão. A empresa solicitou, após a opção da ISO pelo ODF em 2006, um procedimento de urgência (fast track) para a avaliar o seu OpenXML. Foi esse pedido que agora foi julgado e rejeitado.

A proposta da Microsoft será submetida ainda a uma segunda votação no próximo ano. Conforme os procedimento da ISO, uma proposta para ser aprovada deve contar com o apoio de dois terços dos membros de padronização nacional que participaram na elaboração da proposta e também três quartos de aprovação entre todos os votantes.

A decisão definitiva pela rejeição do padrão OpenXML será mais um duro golpe na finanças da corporação, principalmente depois que várias países começaram a a fazer opção pelo uso do software livre.

Para saber mais sobre a disputa ODF x OpenXML clique em Na Periferia do Imperio e entenda a importância dos formatos de documentos.
Enviada por Almir Américo, às 10:55 06/09/2007, de Sâo Paulo, SP


Aumento das importações e mudanças na indústria nacional
O ritmo forte da produção industrial associado ao crescimento também intenso das compras externas revela que os importados estão convivendo com os produtos nacionais sem necessariamente sufocar a indústria doméstica

Em julho, a produção industrial brasileira manteve ritmo forte de crescimento, com alta de 6,8% sobre julho de 2006 - a maior taxa desde dezembro de 2004 - e de 5,1% no acumulado do ano. Nos primeiros sete meses do ano, as importações cresceram 28% em valor e 23% em volume.

A Balança Comercial Brasileira registrou, no mês de agosto, novo recorde histórico das exportações nacionais: US$ 15,101 bilhões (média diária US$ 656,6 milhões), valor 10,5% maior que o exportado em agosto de 2006 (US$ 13,671 bi).

Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Armando Meziat, o recorde foi observado tanto no acumulado do mês, quanto na média diária. ?Foi a primeira vez que as exportações brasileiras romperam a casa dos 15 bilhões de dólares em um mês?.

Por outro lado, nas cinco semanas de agosto, houve aumento nas compras externas em todas as categorias se comparado com o mês de 2006.

Mas o que estamos importando mesmo???

Meziat ressalta que ?mais de 71% das compras brasileiras no mercado internacional é para subsídio da indústria?, o que tem permitido a fabricação de produtos com maior competitividade, inclusive, no mercado externo.

Em outras palavras, 71,2% do total de nossas importações são máquinas, equipamentos, matérias-primas e insumos indispensáveis a produção nacional e apenas 13% são produtos de consumo final, ou seja, aqueles que chegam a loja diretamente para concorrer com o que é produzido no Brasil. Os restantes 15,8%, são importações de petróleo e combustíveis, que em sua maioria alimentam as refinarias nacionais, antes de chegar ao consumidor final.

No mês de agosto de 2007, as importações cresceram em todas as categorias de produtos em relação a agosto de 2006, a saber: bens de capital (+42,7%), bens de consumo (+30,5%), matérias-primas e intermediários (+29,3%) e combustíveis e lubrificantes (+2,0%).

Nota-se que o crescimento no setor de bens de capital (máquinas e equipamentos) lidera as importações e foi 40% maior que o crescimento registrado na categoria bens de consumo.

Com relação a bens de capital, os maiores itens importados foram maquinaria industrial, máquinas e aparelhos para escritório e científico, e partes e peças para bens de capital.

No segmento bens de consumo, os principais crescimentos foram observados nas importações de vestuário, automóveis de passageiros (oriundos da Argentina, México e Coréia do Sul) e móveis.

No segmento de matérias-primas e intermediários, elevaram-se as aquisições de produtos alimentícios primários, acessórios para equipamentos de transporte, químicos e farmacêuticos.

No grupo combustíveis e lubrificantes, a elevação ocorreu, principalmente, pelo maior volume importado de óleos combustíveis, carvão e gás natural, em relação a agosto de 2006.

É preciso que se destaque todos estes aspectos da balança comercial brasileira para entender o que vem ocorrendo em nossa economia e quais transformações nos esperam no setor produtivo.

Ao invés de cair na baila pseudo-nacionalista do protecionismo contra os importados (que estariam roubando empregos de brasileiros) é preciso perceber que as mudanças na quantidade e na qualidade do emprego no país serão resultado do processso de modernização e automação pelo qual passam as empresas aqui instaladas.

Os dados não deixam margens às dúvidas. A indústria brasileira está aproveitando o câmbio para se modernizar-se e reequipar-se, investindo pesado em tecnologia, além de zelar pelos investimentos já feitos, enquanto usa-se da importação de produtos de consumo final para a manutenção dos preços nos níveis atuais, controlando a inflação. É dizer, o perigo para os níveis e qualidade do emprego está no provável incremento na produtivididade resultante do investimento em tecnologia e expansão da capacidade produtiva realizado pelas empresas, pois nos segmentos de bens de capital e de consumo duráveis, o produto importado abastece e complementa a indústria nacional e a expansão das importações de bens de consumo não-duráveis impede que a aceleração do ritmo industrial crie pressões inflacionárias e induza uma reação restritiva da política monetária.

Para Paulo Mol, economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI) o que acontece com o setor de materiais e equipamentos de informática é exemplo do que poderia ser feito em outros segmentos. Mesmo com o câmbio valorizado, este setor é o que acumula o maior incremento na produção industrial: 18,3% entre janeiro e julho deste ano. "E as importações estão declinando", completa Mol. Para ele, a expansão na atividade é reflexo da desoneração tributária feita no setor. "É um exemplo emblemático. Não é preciso mexer no câmbio para um setor reagir, basta que sejam dadas condições de competitividade para a indústria", diz.

Como nenhum país é auto-suficiente, nem sempre o aumento de importações é um problema sério. É preciso, antes de mais nada, avaliar a qualidade desta importação e o que e para que se está importando.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 10:18 05/09/2007, de Curitiba, PR


Aplicação em bolsa de valores nunca rendeu tanto
Enquanto a imprensa segue em seu terrorismo golpista, torcendo por um crise mundial que detone com o Brasil, os especuladores que vivem de aplicações em bolsa de valores estão rindo a toa.

Os investimentos no mercado acionário tiveram o dobro do rendimento das aplicações em renda fixa nos últimos cinco anos, ou seja, o Ibovespa - Índice da Bolsa de Valores de São Paulo - acumulou alta de 302,42% entre o início de 2002 e o fim de agosto deste ano. No mesmo período, a rentabilidade do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), que acompanha a taxa básica de juros (Selic), foi de 152,32%.

Já quem investiu suas economias em dólar saiu perdendo e feio, pois além da inflação corroer o poder de compra da moeda gringa, sua desvalorização global foi enorme no período em questão.

Apesar de toda a especulação em torno de uma crise global gerada pelo mercado financeiro norte-americano, o Ibovespa acumula em 2007 rentabilidade superior à do IGC e do CDI. A bolsa já subiu 22,85%, enquanto o IGC teve alta de 22,54% e o CDI rendeu 8,09%.

Enviada por Sergio Bertoni, às 09:11 04/09/2007, de Curitiba, PR


Projeto de Orçamento Federal prevê aumento de 7,2% no salário mínimo
Orçamento prevê mínimo de R$ 407,33 em 2008

O governo federal enviou ao Congresso Nacional, na última sexta-feira, a proposta do Orçamento para 2008, elevando o salário mínimo para R$ 407,33. Esta elevação deve acontecer a partir de março do ano que vem e significa um aumento nominal de 7,2% em relação aos atuais R$ 380 e um aumento real na casa de 2,5 a 3% dependendo da inflação acumulada na época do aumento. A proposta ainda tem de ser votada pelos parlamentares.

Se comparado com o salário mínimo pago a partir de maio de 2002, o salário mínimo em 2008 será 103,67%, pouco mais que o dobro. Confira aqui os valores do salário mínimo desde julho de 1940.

O relator do Orçamento, José Pimentel (PT-CE) explicou que o novo valor atende ao pedido das centrais sindicais. "O salário mínimo cumpre a proposta acertada com as centrais sindicais de elevar o salário para R$ 407,33", afirmou.
Enviada por Nilson /Antonio, às 15:38 03/09/2007, de Jaraguá do Sul, SC


Racismo e Preconceito: Trabalhadores na Ford dão exemplo à Phillips
Protesto contra racismo pára fábrica da Ford na Bahia.
Gerente que ofendeu negros e nordestinos foi demitido.

Depois de ofender os metalúrgicos na Ford Camaçari, com xingamentos e frases preconceituosas contra negros e nordestinos, o gerente do prédio de montagem Gilberto Albuquerque, contratado pela Ford há 23 anos, foi demitido por justa causa pela direção da empresa, após a paralisação de 1,5 mil funcionários da planta, que protestaram contra os atos na quinta-feira (23).

Segundo relato dos trabalhadores, Albuquerque tentou 'premiar', na quinta-feira, um dos setores da montagem, considerado por ele como o mais sujo da empresa, com um pequeno porco de cerâmica envolto em caixa de acrílico, deixando o objeto exposto sobre um armário. Indignado com a tentativa de humilhação, um dirigente sindical questionou o gerente sobre sua atitude e ouviu deste expressões como 'filho da p...' e 'vá tomar...'. Além disso, Albuquerque proferiu frases preconceituosas contra nordestinos e negros, o que gerou a revolta dos metalúrgicos.

Em reação imediata, os diretores sindicais, juntamente com os trabalhadores que testemunharam a agressão, interromperam suas atividades. Só voltariam após a retratação do gerente. Em instantes, a paralisação se estendeu por toda a montagem final. A fábrica só voltou a funcionar quando Albuquerque, natural de São Paulo, pediu desculpas publicamente ao diretor ofendido e aos trabalhadores da empresa em geral. Mas isso não impediu sua demissão.

Agora, a Federação dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica (Fetim-BA) entrará com uma ação na Justiça por assédio moral e danos morais contra Albuquerque e a Ford Bahia.

Paralisação

Os trabalhadores das indústrias metalúrgicas da Região Metropolitana de Salvador paralisaram mais três empresas hoje, evidenciando o descontentamento da categoria com a falta de flexibilidade dos patrões na mesa de negociações. Os cerca de 20 mil empregados do setor encontram-se em data base.

As máquinas estão paradas na Thyssen Krupp e na Jardim, ambas fornecedoras de auto-peças para a Ford Bahia, e na ABB, que faz serviços de manutenção para a montadora - todas em Camaçari. Sem esses produtos, a linha de montagem da Ford conseqüentemente deixará de funcionar ainda hoje, o que deve ocorrer no período da tarde.

Na semana passada, seguindo orientação da Federação dos Metalúrgicos da Bahia (Fetim), os trabalhadores paralisaram, também por 24 horas, as cerca de 30 empresas do Complexo Ford. Os funcionários da Caraíba Metais, em Dias D´Ávila, também cruzaram os braços.

Os metalúrgicos reivindicam aumento real, a concessão de cestas básicas , mais segurança no ambiente de trabalho e a ampliação dos benefícios sociais. Na próxima terça-feira acontece mais uma rodada de negociações na DRT (Delegacia Regional do Trabalho) de Salvador, às 10 horas.

De Salvador,
Isaac Jorge

Fonte: www.vermelho.org.br

Nota desta Redação: A Phillips poderia seguir o exemplo da Ford e demitir seu presidente pelas barbaridades que disse contra o estado e o povo do Piauí.
Mas, mesmo que a direção da empresa não o faça, os Trabalhadores na Phillips bem que poderiam seguir o exemplo de seus colegas na Ford...
Enviada por Almir Américo, às 08:47 03/09/2007, de São Paulo, SP


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