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19/11/2017
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Notícias(Setembro/2009)

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Chora tucanada! A ONU apóia o governo brasileiro
Conselho de Segurança da ONU exige fim do cerco à Embaixada do Brasil em Honduras

O Conselho de Segurança das Nações Unidas exigiu, nesta sexta-feira (25) que o governo golpista de Honduras encerre o cerco na embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde desde segunda-feira está abrigado o presidente democraticamente eleito, Manuel Zelaya.

O Conselho condenou os "atos de intimidação" à Embaixada do Brasil.

"Nós condenamos atos de intimidação contra a embaixada brasileira e exigimos que o governo de fato pare de importunar a embaixada brasileira", disse a presidente do conselho, Susan Rice. Segundo Rice, o governo golpista deve fornecer os bens necessários na embaixada, como água, eletricidade e alimentos.

O pronunciamento do conselho ocorreu depois de uma reunião convocada a pedido do Brasil.

A tucana e o PIG que torciam pela falta de apoio da ONU e pelo isolamento do Brasil se ferraram mais uma vez. A Democracia é um bem maior que uma jogadinha eleitoreira e a ONu não disputa eleições aqui no Brasil.

Os colonizados de todas as matizes terão de engolir mais esta jogad de mestre de Lula, nosso presidente-operário

Chora tucanada! Chora PIG! Chorem reacionários!
Enviada por Sérgio Bertoni, às 18:31 25/09/2009, de Curitiba, PR


Metalúrgicos da Volks-Audi conquistam avanços e encerram greve
Acabou na tarde desta quinta-feira, dia 24 de setembro, a greve na Volkswagen-Audi de São José dos Pinhais (PR). Em assembléia na porta de fábrica, os 3,5 mil trabalhadores aprovaram a proposta negociada entre o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e a direção da empresa, e voltaram ao trabalho após 17 dias de paralisação. A greve foi iniciada há exatas três semanas, no dia 3 de setembro. A oferta aceita saiu de uma reunião entre SMC e montadora que começou ontem (23) às 16h, e terminou hoje no início da tarde.

Os metalúrgicos conquistaram 8,3% de reajuste salarial a partir de dezembro. O índice é composto por 3,7% de aumento real e 4,44% referente a correção de 100% do INPC. Também será pago um abono de R$ 2,8 mil, sendo R$ 2 mil no dia 1º de outubro e R$ 800 em 3 de novembro. O acordo prevê ainda a elevação no número de “steps” de cinco para sete a partir de fevereiro de 2010, o que representa um ganho real de até 8%. Outra conquista é o aumento do adicional noturno de 20% para 25%, também a partir de fevereiro do ano que vem. Ficou definido que os dias de greve (14 dias úteis, tirando os três sábados de hora extra) serão descontados um por mês a partir de outubro. Em dezembro (quando sai o 13º salário), fevereiro e maio (meses em que é paga a PLR), haverá o desconto de dois dias.

O presidente do SMC, Sérgio Butka, avaliou positivamente o movimento. “Não foi fácil, foram três semanas de intensa mobilização em porta de fábrica, reuniões de negociação e audiências no Tribunal. Mas graças à luta dos trabalhadores, conquistamos o aumento, o adicional noturno, o abono maior e também a elevação no número de steps, uma antiga reivindicação dos trabalhadores”, afirma o líder sindical. Nos 17 dias de paralisação, a Volks deixou de produzir 14 mil veículos.

Acordo metalúrgicos da Volks-Audi

8,3% de reajuste salarial a partir de dezembro (3,7% de aumento real + 4,44% de correção de 100% do INPC)

R$ 2,8 mil de abono (R$ 2 mil em 01/10/09 e R$ 800 em 03/11/09)

Elevação no número de steps de cinco para sete a partir de fevereiro de 2010

Aumento no adicional noturno de 20% para 25% a partir de fevereiro de 2010
Enviada por Celio Padilha, às 17:56 25/09/2009, de Curitiba, PR


Sindicacau conclui negociação salarial com indústrias moageiras
Após cinco meses de intensas negociações, o Sindicato dos Trabalhadores nas indústrias de alimentação de Ilhéus, Itabuna e Uruçuca (Sindicacau), conseguiu finalizar sua campanha salarial 2009, com data base no mês de junho. Após uma série de discussões, assembléias e manifestações, as propostas finais das empresas foram aprovadas pelos trabalhadores.

Os trabalhadores da Delfi Cacau Brasil de Itabuna tiveram reajuste salarial de 6%, ticket alimentação de R$ 387, e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de R$ 2.600. A Cargill concordou com o reajuste salarial de 6%, ticket alimentação de R$ 380 e PLR de 1,4% do salário. Já a Barry Callebaut ofereceu 6% de reajuste salarial, ticket alimentação de R$ 380 e PLR de R$ 1.300. A ADM Joanes manteve o mesmo reajuste e valor do ticket, mas determinou PLR de 1 salário do trabalhador.

Segundo o presidente do Sindicacau, Luiz Fernandes Ferreira Andrade, os trabalhadores já sabiam que teriam uma campanha salarial bastante difícil, por conta da crise mundial. No entanto, ele ressalta que as indústrias moageiras de cacau não estavam inseridas neste contexto, pois o consumo do produto aumento nos últimos meses em todo o mundo. “Os empresários diziam que não era momento de se discutir salários e benefícios, e sim de se pensar em reduzir custos e manter seus empregos”, conta Luiz Fernandes.

Ele disse que durante todo o processo de negociação com as empresas, o Sindicacau se manteve firme e mostrou sua força, através de mobilizações, paradas pontuais e protestos nas portas das fábricas. Algumas empresas chegaram a pedir reforço policial e se utilizaram de alguns instrumentos para impedir os protestos. No entanto, apesar das pressões e ameaças sofridas, os trabalhadores mantiveram seus posicionamentos.

A partir de agora, o Sindicacau entra na campanha salarial da Inaceres, do grupo Agroceres, que beneficia palmito em Uruçuca. Esta campanha em como data base o mês de outubro.
Enviada por Sabrina de Branco, às 05:18 24/09/2009, de Ilhéus, BA


Hondurenhos contam que a repressão é brutal!
De Fabricio Estrada

Amigas, amigos:

Me encuentro en un edificio cercano a la Embajada de Brasil junto a 30 compañeras y compañeros, la mayoría integrantes de Artistas del Frente Nacional Contra el Golpe de Estado.

Nos avocamos a este lugar para descansar, manteniendo la conciencia de que de un momento a otro el ejército y la policía entrarían al perímetro donde alrededor de 5,000 personas nos encontrábamos para darle protección al Presidente Manuel Zelaya.

Atacaron a las 5:45 am con fusilería y lacrimógenas. Mataron a un número indeterminado de compañeros de la primera barricada al final del Puente Guancaste. Rodearon y atacaron la barricada del puente de La Reforma.

Haciendo cálculos aproximados, el operativo contó con alrededor de 1,000 efectivos policiales y militares.

Arrinconaron y golpearon. 18 heridos graves en el Hospital Escuela. Siguen persiguiendo en el Barrio Morazán y en le Barrio Guadalupe a los bravos estudiantes que anoche organizaron las precarias barricadas.

En este momento son las 8:00 am. Frente a la Embajada de Brasil han colocado un altoparlante con el himno nacional a todo volumen mientras catean las casas aledañas a la Embajada. Lanzaron bombas lacrimógenas dentro de la Embajada. El Presidente continúa en su interior amenazado por los golpistas que ya argumentaron a través de los medios sus razones "legales" para proceder al allanamientos.

Miles de personas que se dirigían hacia Tegucigalpa han sido retenidas en los alrededores de la ciudad. La ciudad está completamente vacía, fantasmal. El toque de queda fue extendido para todo el día.

La represión contra los manifestantes indefensos fue brutal. En varias ocasiones Radio Globo y Canal 36 han sido sacados del aire.

Cientos de presos.

Estamos aislados.

Aquí estamos el núcleo principal de los organizadores de los grandes eventos culturales en resistencia: poetas, cantautores, músicos, fotógrafos, cineastas, pintores y pintoras... humanos.

De Diana Espinal

Estamos SECUESTRADOS... NUEVAMENTE REPRIMIDOS:

Llevamos 17 horas de toque de queda. Y seguimos hasta las 6 de la tarde de hoy martes.

(no dudamos que lo extiendan... igual paso en el departamento de El Paraíso hace dos meses)

Los MILITARES y los POLICIAS han invadido la privacidad de los vecinos al par de la EMBAJADA DE BRASIL.

La policia y los militares...han quebrado los vidrios de los carros y motos de las personas de la resistencia, estan quemando sus carros (ellos los habían dejado ahí, como retenes)

Se habla de tres muertos, heridos (a los heridos que se trasladarón a los hospitales... los militares los están sacando de los hospitales)

A los atrapados los llevan al estadio Chochi Sosa. ( lo mismo hizo Pinochet)

POR FAVOR: Ayúdenos a difundir las noticia
Enviada por Carlos Vallejo, às 20:28 23/09/2009, de Barcelona, Espanha


Opel pretende recortar 11.000 empleos en Europa y unos 2.000 en España
Los nuevos propietarios del productor automovilístico Opel quieren recortar 11.000 empleos en Europa, casi una cuarta parte del total y de ellos 2.090 en la planta española de Figueruelas (Zaragoza), alrededor de 450 más de lo previsto hasta ahora

El diario alemán Frankfurter Allgemeine Zeitung informó en su edición de hoy de que la reducción de empleos prevista hasta 2011 afectará en Alemania sobre todo a la fábrica de Bochum (oeste), donde desaparecerán 2.200 empleos de los 5.000 que tiene en la actualidad.

El rotativo alemán accedió a los documentos del Consejo Consultivo de la sociedad fiduciaria que administra actualmente Opel. La factoría de Opel en Figueruelas emplea actualmente a 6.400 personas y la reducción de puestos de trabajo prevista en España se producirá, según esos documentos, en beneficio de la factoría alemana de Eisenach, ya que se trasladaría aquí la producción del Corsa de tres puertas.

En total, en Alemania desaparecerían 4.116 puestos de trabajo (2.191 en Bochum, 1.427 en Rüsselsheim, 456 en Kaiserslautern y 42 en Eisenach), según el FAZ. Opel tiene actualmente 24.700 empleados en Alemania y en Europa un total de 45.370. Con la reducción prevista, la plantilla en Alemania se situaría en 2011 en 34.778 personas.

La factoría de Bochum sería la más afectada por la reducción de empleos porque la fabricación de cajas de cambios se trasladaría a la fábrica austríaca de Aspern. El diario añade que dentro de dos semanas el productor de componentes austríaco-canadiense Magna y su socio el banco ruso Sberbank firmarán el contrato de compra de Opel.

Los países en los que hay fábricas de Opel deciden actualmente su posible y controvertida participación en el crédito de 4.500 millones de euros (6.615 millones de dólares) que Alemania ya ha aprobado. Bélgica sería el país más afectado, ya que aquí se prevé cerrar la fábrica de Amberes, donde 2.500 personas producen actualmente el Opel Astra.

En Inglaterra, se reducirían casi 1.400 de los 4.500 empleos que Opel tiene en dos fábricas. La reducción afectaría, sobre todo, a Luton, donde se fabrica la furgoneta Vivaro. Representantes de la plantilla de Opel, de Magna y de la matriz estadounidense General Motors se reunieron ayer en la central de Opel en Rüsselsheim (cerca de Fráncfort) para hablar de los despidos. Las conversaciones entre la futura nueva dirección de Opel y los sindicatos proseguirán el viernes.
Enviada por Carlos Vallejo, às 20:21 23/09/2009, de Barcelona, Espanha


Comissão da ONU leva alimentos à Embaixada Brasileira em Honduras
Uma comissão da Organização das Nações Unidas (ONU) foi à embaixada do Brasil em Tegucigalpa para entregar alimentos às pessoas que estão dentro do edifício, entre elas o presidente hondurenho democraticamente eleito, Manuel Zelaya, deposto por um hediondo golpe de estado civico-militar.

Segundo fontes locais a ONU entregou cachorros-quentes e refrigerantes para as pessoas que estão no local: apoiadores de Zelaya, jornalistas, diplomatas e funcionários brasileiros.

Estima-se que no total 300 pessoas estejam na embaixada brasileira, que está cercada por serviços de segurança leais aos golpistas e usurpadores do poder.

Manifestantes pró Zelaya foram dispersados com gás lacrimogêneo, jatos de água e cassetetes na manhã de hoje.

Ditadores Fascistas não deixam criança comer

Entre as pessoas que estão abrigadas pela Embaixada Brasileira e isoladas pelos golpistas está uma criança de 12 anos que não comia desde segunda-feira.

Numa clara violação das leis internacionais os golpistas hondurenhos mandaram cortar o abastecimento de luz e água à nossa embaixada em Honduras. Mas um gerador garante a iluminação do território da Embaixada Brasileira.

A água potável e as bolachas que haviam no local também acabaram.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 22:51 22/09/2009, de Curitiba, PR


Brasil articula reunião da ONU para discutir crise em Honduras
O Brasil trabalha por uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) para discutir a crise em Honduras, após o retorno ao país do presidente deposto, Manuel Zelaya, informou a agência Reuters.

Em carta aos membros do Conselho, o Brasil se disse preocupado "com a segurança do presidente Zelaya e com a segurança e integridade física das instalações da embaixada (brasileira) e funcionários", informou a agência

O presidente de Honduras, Manuel Zelaya, Democraticamente eleito pelos hondurenhos está abrigado na Embaixada Brasileira em Tegucigalpa, capital de Honduras.

Parabéns ao Itamaraty, à Diplomacia Brasileira e ao Governo Federal por esta clara demonstração de repúdio aos golpes militares e de apoio à Democracia em nosso continente.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 22:41 22/09/2009, de Curitiba, PR


Fiat terceiriza e virtualiza o desenvolvimento de automóveis
A transnacional italiana FIAT lançou um site na internet onde pretende fazer com que os internautas desenvolvam um novo modelo de automóvel para ela segundo a licença Creative Commons.

Se você quiser saber mais como a FIAT pretende se aproveitar do conhecimento universal para economizar com desenvolvimento de seus futuros automóveis entre no site do fiatmio.cc

E parece que os internautas estão topando a iniciativa e dando suas idéias inteiramente grátis para a multinacional italiana.

Mais uma vez as grandes empresas deturpam iniciativas livresw e populares e as colocam sob seus interesses escusos ao mesmo tempo em que vendem uma imagem de modernidade.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 17:55 22/09/2009, de Curitiba, PR


Honduras: Zelaya recebe abrigo na embaixada brasileira em Honduras
O presidente de Honduras, Manuel Zelaya, democraticamente eleito, porém deposto por um golpe civil-militar em seu país, está exilado na embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Zelaya, que retornou hoje à capital hondurenha em um movimento surpresa, recebeu autorização da chancelaria do Brasil para se abrigar na embaixada brasileira em Honduras.

Toda embaixada possui status de território estrangeiro, e por isso a polícia e o exército hondurenhos não podem entrar no local sem autorização.

Os golpistas querem que o Brasil entregue Zelaya ao governo inconstitucional e criminoso.

Zelaya disse que ninguém voltará a tirá-lo do país. "Nossa posição é pátria, restituição ou morte", enfatizou Zelaya diante dos milhares de simpatizantes que permanecem em frente à embaixada, onde o líder deposto está desde as primeiras horas de hoje.

Zelaya anunciou que está "comprometido com o povo hondurenho" e que ele e seus seguidores só deixarão a embaixada brasileira quando a ditadura cair.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 22:56 21/09/2009, de Curitiba, PR


Que todos aprendamos a lição:
só vence quem luta!!!
A companheirada que está acostumada a ler as notícias desta página poderá conferir abaixo várias notícias sobre a Campanha Salarial dos Metalúrgicos. É um verdadeiro porre de notícias sobre as conquistas desta categoria.

Nós de TIE-Brasil não estamos interessados em saber quem teve as "melhores" conquistas ou que central sindical é mais ou menos combativa.

Nós queremos destacar que em todas as cidades onde os Trabalhadores se organizaram, lutaram e exigiram o que era seu, a Classe Trabalhadora saiu vitoriosa e conquistou aumentos salariais e várias cláusulas sociais que, pouco a pouco, vão nos ajudando a construir o Outro Mundo Possível que todos nós, progressistas, Humanistas e esquerdistas, defendemos e Trabalhamos para que se torne realidade.

É importante falar disso, pois tinha muita gente no Brasil e no mundo achando que o Trabalho havia acabado, perdido importância social e política. Pensavam que Trabalhador organizado era coisa de conto da carochinha ou do passado registrado apenas nos livros de História. Outros iam mais longe e chegavam até afirmar que a Luta de Classes havia terminado e que vivemos numa era pós-industrial.

Mas foram os Trabalhadores que colocaram seu bloco nas ruas e mobilizaram-se pelo mundo afora neste momento de crise econômica mundial não deixando que os custos da crise dos empresários e especuladores fosse jogada nas costas da Classe Trabalhadora, dos povos que dependem do Trabalho para existir.

A grande lição que fica, dada pelos Trabalhadores da base, os verdadeiros sujeitos da ação sindical, aqueles que verdadeiramente se organizam e tem poder de parar as atividades produtivas, é que só vence quem luta, só avança quem não se contenta com pouco.

Esta é a lição, gostem os intelectuais ou não!

Arriba los que luchan!!!
Enviada por Sérgio Bertoni, às 17:22 20/09/2009, de Curitiba, PR


Trabalhadores da Toyota e da Honda conquistam 10% de reajuste
Os trabalhadores da Toyota aprovaram no dia 15 de setembro a proposta apresentada pela empresa

Depois de terem rejeitado, na assembléia de domingo, a proposta do Sinfavea, os trabalhadores da Toyota e da Honda entraram em greve na segunda-feira.

A mobilização foi suficiente para que a direção das duas montadoras apresentassem uma proposta melhor, que foram aprovadas pelos trabalhadores da Toyota e da Honda.

Veja o que foi aprovado:

10% de reajuste salarial (INPC: 4,44% + 5,32% de aumento real)

Teto: R$ 7.833

Acima do Teto será incorporado valor fixo de R$347,70 Piso salarial: R$ 1.275,00

Avanços nas cláusulas sociais:

Licença-adotante:

Mãe-adotante: 120 dias

Pai-adotante: 7 dias

Estabilidade após licença maternidade: 6 meses

Licença-paternidade: 7 dias

Auxílio-creche: para cada filho de até 42 meses (3 anos e meio), no valor de 20% do piso salarial, ou seja R$ 255,00.

Trabalhadores da Mercedes-Benz rejeitam proposta

Também no dia 15, em assembléia, os trabalhadores da Mercedes-Benz rejeitaram a proposta do Sinfavea de:

6,53% (4,44% + 2% aumento real), além de um abono de R$ 1.500,00 a ser pago em 25 de novembro/09

O Sinfavea será comunicado sobre a rejeição da proposta e caso não melhore a proposta econômica, os trabalhadores da Mercedes-Benz poderão entrar em greve.

Fonte:Depto. de Imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região
Enviada por Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas, às 17:01 20/09/2009, de Campinas, SP


TRT propõe 8,3% de reajuste e abono para metalúrgicos da GM de São José dos Campos
Proposta deve ser colocada em votação, em assembleia, na próxima segunda-feira

A audiência de conciliação entre a General Motors e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (filiado à CONLUTAS), ocorrida nesta sexta-feira, dia 18, terminou com uma proposta apresentada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) – 15ª Região. O juiz desembargador Luiz Antonio Lazarim propôs que a empresa conceda 8,3% de reajuste salarial, sendo 3,7% de aumento real, mais abono de R$ 1.950.

A GM se comprometeu a dar uma resposta ao Sindicato até este domingo, dia 20. Na segunda-feira, os trabalhadores realizarão nova assembleia para colocar a proposta em votação e decidir pela continuidade ou não da greve deflagrada nesta sexta-feira, de acordo com a resposta que for dada pela montadora.

O reajuste de 8,3% proposto pelo TRT contempla salários de até R$ 7 mil. Acima desse valor, haverá um reajuste fixo de R$ 581. Na última rodada de negociação, ocorrida quinta-feira, a GM propôs 6,53% de reajuste e abono de R$ 1.750.

Assim como conquistas ocorridas em outras montadoras, como Toyota, Honda, Renault e Volvo, a proposta é superior aos índices já fechados entre o Sinfavea (Sindicato dos Fabricantes de Veículos Automotores) e os Sindicatos dos Metalúrgicos do ABC e Taubaté, filiados à CUT, que ficou em 6,53% e abono de R$ 1.500.

Paralisações

Os trabalhadores da GM realizaram a primeira paralisação de 24 horas no dia 10 de setembro, diante da recusa da montadora em aumentar sua proposta de reajuste. A empresa havia oferecido apenas 4,44%, ainda assim de forma escalonada.

Desde então, os metalúrgicos iniciaram uma série de paralisações de 24 horas, de forma a pressionar a empresa. Ontem, após seis horas de negociação, a empresa propôs 6,53% de reajuste e abono de R$ 1.750.

Mais uma vez, os trabalhadores rejeitaram a proposta e iniciaram nova paralisação. Nesta sexta, a mobilização foi reforçada com a greve deflagrada pelos metalúrgicos da GM de São Caetano (SP).

“A proposta do TRT avançou em relação ao que havia. É fruto da mobilização dos trabalhadores, que estão demonstrando grande força na série de paralisações que realizamos nesta Campanha Salarial e continuam mobilizados até que entendam que há um acordo satisfatório”, afirma o presidente do Sindicato, Vivaldo Moreira Araújo.

A GM de São José dos Campos possui 8.300 trabalhadores e produz os modelos Corsa, Montana, Zafira, Blazer, S10 e motores. A cada dia de paralisação, deixam de ser produzidos cerca de mil veículos.

Outros grupos patronais

Nesta sexta-feira, os Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Campinas, Limeira e Santos participaram de rodadas de negociação com outros setores metalúrgicos, como autopeças e eletrônicos. As reuniões terminaram em impasse, uma vez que os empresários ofereceram apenas 1% de aumento real mais inflação. As propostas foram rejeitadas nas mesas de negociação.

"A partir da próxima semana, as assembleias serão intensificadas nas fábricas do setor. Já foram entregues os avisos de greve e agora a orientação é iniciar a paralisação para também pressionar os empresários destes outros grupos patronais", informou o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, José Gonçalves Mendonça.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos
Enviada por SMSJC, às 16:57 20/09/2009, de São José dos Campos, SP


Empresa que não negociar salários está sujeita à greve, avisa Sindicato dos Metalúrgicos
Negociações acontecem nesta segunda, 21; a partir de terça-feira podem ocorrer paralisações nas fábricas que faltarem ao encontro

As empresas metalúrgicas da região de Sorocaba que não comparecerem às negociações salariais marcadas pelo sindicato da categoria para esta segunda-feira, dia 21, estão sujeitas a enfrentar greve a partir de terça-feira. A decisão foi tomada pelos trabalhadores em assembléia na sede do Sindicato dos Metalúrgicos na noite da última sexta-feira, dia 18.

“As negociações estão emperradas há semanas por falta de propostas sérias dos empresários no âmbito estadual. A reunião em Sorocaba é uma forma de nos adiantarmos em relação ao impasse. Mas esse é o nosso prazo final”, esclarece Ademilson Terto da Silva, presidente do sindicato.

Horários das reuniões

As negociações na segunda-feira serão em dois períodos, na sede do Sindicato em Sorocaba. De manhã, às 9h, a reunião sindical será com empresas do Grupo 3, que engloba fabricantes de autopeças, parafusos e forjarias. No mesmo dia, às 14h, os sindicalistas se reúnem com empresários do Grupo 2 (máquinas e eletroeletrônicos) e Grupo 8 (ferramentas, laminação, trefilação, entre outras).

Para os grupos 3 e 8 os metalúrgicos reivindicam reajuste de 6,53%, sendo 4,44% de inflação e 2% de aumento real, além de R$ 1 mil de abono. Para o grupo 2, que tem um mês a mais de perda inflacionária, a reivindicação é de 6,75% (4,66% de inflação e 2% de aumento real) e também o abono de R$ 1 mil.

A reivindicação toma como base o acordo firmado com as montadoras, que prevê o reajuste de 6,53% e abono de R$ 1.500.

Negociações estaduais

A pauta de reivindicações em Sorocaba e região segue os mesmos parâmetros da pauta da Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT (FEM), que lidera as negociações da categoria na estado e à qual o sindicato local é filiado.

As negociações estaduais, no entanto, estão emperradas e a data-base já venceu dia 1º de setembro. Os empresários ofereceram entre 0,8% e 1% de aumento real, sem abono, e as propostas foram rejeitadas na mesa de negociações pela FEM. Por isso o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba decidiu chamar as empresas locais para conversar.

“O fato de realizarmos negociações locais não significa que rompemos com a FEM. Pelo contrário, a federação sabe da nossa iniciativa e a apóia”, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Ademilson Terto da Silva.

Comunicado de greve

“O patrão que não demonstrar o mínimo de boa vontade, comparecendo às negociações desta segunda, estará sujeito à paralisação, pois os comunicados de greve foram enviados há vários dias para os grupos patronais metalúrgicos pela FEM”, alerta Ademilson Terto.

A categoria metalúrgica na região de Sorocaba é formada por 37 mil trabalhadores, aproximadamente. Desses, 33 mil estão em campanha salarial. Outros 4 mil, que fazem parte do Grupo 10 (estamparias de metais, oficinas e retíficas, entre outras), têm data-base apenas em novembro.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba
Enviada por SMS, às 16:52 20/09/2009, de Sorocaba, SP


Campanha Salarial: No ABC, estratégia dá certo e fábricas comprometem-se a negociar acordo
Fábricas que não chamaram para negociar estão paradas como TRW, Mahle e Detroit

Até o início da manhã de sexta-feira fábricas de todos os grupos patronais se comprometeram com a proposta do Sindicato e não tiveram a produção paralisada. Cerca de 11 mil metalúrgicos trabalham nestas empresas.

Não é o caso da TRW e Detroit, em Diadema, e Mahle, de São Bernardo, nas quais os trabalhadores retornaram para suas casas. Em algumas, os metalúrgicos pararam logo pela manhã, mas retornaram ao trabalho com a sinalização positiva dos patrões.

Os números são preliminares e podem mudar no decorrer do dia. O nome das empresas que negociam será omitido por enquanto para evitar que sofram algum tipo de pressão dos seus sindicatos.

A estratégia de comprometer as empresas foi definida em assembleia na noite de quinta-feira. É uma forma destas fábricas pressionarem os grupos patronais a celebrarem um acordo coletivo que contemple a reposição da inflação pelo INPC, de 4,44, mais 2% de aumento real e abono correspondente a 30% do salário médio de cada setor.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Enviada por SMABC, às 16:46 20/09/2009, de São Bernardo do Campo, SP


Dieese: metalúrgicos da Renault e Volvo conquistam maior acordo salarial da indústria até o momento
Os seis mil trabalhadores das montadoras Renault-Nissan e Volvo, ligados à Força Sindical, conquistaram em 16 de setembro o maior acordo salarial registrado na indústria brasileira em 2009, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (Dieese)

Na primeira greve após a crise financeira mundial, a mobilização dos metalúrgicos do Paraná garantiu 3% de aumento real mais a correção de 4,44% referente à inflação acumulada nos últimos 12 meses, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) - totalizando 7,57% - mais um abono de R$ 2 mil para cada trabalhador a ser pago já nessa semana.

Na Renault-Nissan, os trabalhadores têm a garantia de mais 1% de aumento real conquistado na data-base do ano passado - ao todo, então, vão receber 8,65% de aumento salarial. Em ambas as montadoras, os reajustes serão aplicados no mês de setembro.

Na Volvo, os metalúrgicos conquistaram também estabilidade de emprego até 2 de dezembro. As propostas de acordos foram aprovadas por unanimidade em assembléias na manhã de 16 de setembro, dando fim à greve de oito dias na Renault e um na Volvo. Os dias parados não serão descontados: irão para o banco de horas.

Em comparação ao acordo assinado com as montadoras na região do ABC Paulista, por exemplo, o acordo fechado no Paraná teve aumento salarial 50% maior e abono 33% maior. "Essa foi uma conquista importante que certamente vai influenciar positivamente as campanhas de outras categorias em todo o Brasil, servindo de referência para as negociações salariais no segundo semestre", afirma o economista técnico do Dieese, Cid Cordeiro.

Com a greve iniciada em 4 de setembro, a Renault deixou de produzir 6.240 veículos. Já na Volvo, o prejuízo foi de 7 ônibus e 30 caminhões.

Com mobilização, proposta salarial avançou 152%

Em comparação à primeira proposta feita pelas montadoras no início da mobilização, o acordo aprovado hoje é 152% maior, informa o Dieese. Enquanto a oferta inicial injetaria R$ 15 milhões na economia do Estado, a proposta de hoje injeta R$ 37 milhões. "Importante ressaltar que caso aceitássemos a primeira proposta, essa diferença de R$ 22 milhões iria para o exterior, como remessa de lucros, e não ficaria no nosso Estado, aquecendo a economia local", ressalta o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC), Sérgio Butka.

Conforme o Dieese, o avanço obtido com a mobilização representa, em média, R$ 3,7 mil por ano a mais para cada trabalhador.

Fonte:Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba
Enviada por SMC, às 16:41 20/09/2009, de Curitiba, PR


Volks não avança na proposta e greve deve ser decidida na Justiça
A terceira audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) entre Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e Volkswagen-Audi, realizada na manhã de sexta-feira, dia 18, terminou novamente sem acordo. A empresa não avançou na proposta e continua se recusando a reorganizar sua tabela salarial, uma importante reivindicação dos trabalhadores. Devido ao impasse, a direção da montadora pediu que o Tribunal faça o julgamento da greve.

A partir de agora, o SMC tem um prazo de cinco dias corridos para se manifestar, expondo seus argumentos favoráveis às reivindicações da categoria. Decorrido esse tempo, será a vez da empresa contra-argumentar a posição dos metalúrgicos. Depois que ambas as partes apresentarem suas posições, será a vez do Tribunal marcar a data do julgamento, para daí sim dar a sentença.

Nova assembléia na segunda-feira

Independente dos trâmites judiciais, o SMC seguirá indo à porta de fábrica comunicar os trabalhadores sobre o andamento do processo. Hoje à tarde, dia 18, o Sindicato informou os metalúrgicos sobre o desfecho da reunião no TRT e já marcou uma nova assembléia com todos os turnos para a próxima segunda-feira, dia 21, às 14h.

Paralisação já dura 13 dias

A greve na Volks completou hoje 13 dias. Os 3,5 mil metalúrgicos paralisaram as atividades no dia 3 de setembro. De lá para cá, a empresa já deixou de produzir 10.640 automóveis. A média de produção na fábrica de São José dos Pinhais é de 840 veículos por dia, dos modelos Fox, Crossfox e Golf.

Reivindicações

No dia 17 de setembro os metalúrgicos rejeitaram a proposta da empresa formulada em audiência no TRT, de 7,57% de reajuste em setembro (3% de aumento real + 4,44% de correção de 100% do INPC), abono de R$ 2 mil a ser pago no dia 21/09, e aumento no adicional noturno para 25% a partir de agosto de 2010. Os trabalhadores concordam com o valor e data de pagamento do abono, mas exigem 10% de reajuste salarial em setembro (5,32% de aumento real + 4,44% referente a 100% do INPC). Eles reivindicam também adicional noturno de 30% e que ele seja aplicado imediatamente, e não só no ano que vem. Os metalúrgicos exigem ainda que a empresa reorganize sua grade salarial, aumentando o número de steps de cinco para 11. O objetivo com isso é de que os trabalhadores de São José dos Pinhais tenham o mesmo nível salarial que os funcionários da unidade de São Bernardo do Campo (SP).
Enviada por SMC, às 16:35 20/09/2009, de Curitiba, PR


Trabalhadores nas Autopeças de Taubaté aprovam acordo
Os trabalhadores nas empresas de Autopeças de Taubaté aprovaram em assembléia realizada na manhã deste domingo, 20, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região a proposta de reajuste salarial que contempla a categoria com o aumento real de salário.

A proposta aprovada pelos trabalhadores nas Autopeças garante um reajuste salarial de 6,53% (composto por 4,44% de INPC mais 2% de aumento real) e o pagamento de abono no valor de R$ 600 para os trabalhadores em empresas até 100 funcionários e R$ 900,00 para os trabalhadores em empresas com mais de 100 funcionários.

De acordo com o presidente do Sindicato, Isaac do Carmo, 90% dos trabalhadores da categoria do setor de Autopeças já estão com a garantia das condições do acordo aprovado.

"Em algumas empresas continuam as negociações para que possamos garantir as mesmas conquistas já negociadas com as empresas SG, SM, Gestamp, Autometal, Mubea, Aethra, e Steel Coat", disse Isaac.

As empresas Autoliv, GoodYear e Iramec tem reunião marcada nesta segunda-feira, 21, com a Direção do Sindicato.

Grupos 2 e 8 - Já os trabalhadores nas empresas do Grupo 2 (maquinas e eletroeletrônicos) e Grupo 8 (laminação, trefilação e outros) rejeitaram a proposta patronal de 1% de aumento real e reposição da inflação.

Os trabalhadores destes grupos definiram ainda como metas desta Campanha Salarial a reposição da inflação do período com aumento real de 2%, e o pagamento de abono no valor de R$ 600 para os trabalhadores em empresas até 100 funcionários e R$ 900,00 para os trabalhadores em empresas com mais de 100 funcionários.

A categoria aprovou ainda o prazo de quarta-feira, dia 23, para que as empresas destes setores negociem uma proposta que contemple os trabalhadores.
Enviada por SindMeTau, às 16:29 20/09/2009, de Taubaté, SP


Honduras: Proclama de la independencia
COMUNICADO DEL FRENTE DE RESISTENCIA

Al pueblo hondureño y a todos los pueblos del mundo

Nuestra Patria está en insurrección no violenta contra el régimen usurpador que asaltó con las armas las instituciones del Estado el 28 de junio, por lo que ninguna conmemoración independentista bajo esa infame y opresora dictadura golpista puede ser considerada. Hoy padecemos la misma opresión del imperio español, que por 300 años impuso cruz y espada a los heroicos pueblos, que sobrevivimos a la barbarie.

El pueblo de Honduras está en pie de lucha. Hoy celebramos ochenta días de incansable resistencia en todo el país por la restauración de la democracia, el retorno del Presidente Constitucional Manuel Zelaya Rosales y la convocatoria a la Asamblea Nacional Constituyente.

El Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe de Estado constituye la expresión organizada del pueblo hondureño para el ejercicio del derecho a la desobediencia a un régimen despótico surgido de la fuerza de las armas, consagrado en el Artículo 3 de la actual Constitución.

La resistencia al golpe de Estado Militar – la más larga en la historia de América Latina – sigue creciendo en forma imparable, a pesar del asesinato, torturas, apresamientos ilegales e innumerables vejámenes impuestos a diario por la dictadura.

Proclamamos que nuestra lucha comienza con la restitución del Presidente Zelaya Rosales en el poder, seguida de la convocatoria a una Asamblea Constituyente democrática, incluyente y popular, que emita una nueva Constitución para sentar las bases de nuestra verdadera independencia económica y social, haciendo que la oligarquía junto con la cúpula política-militar jamás vuelvan a romper el Orden Constitucional sin recibir su merecido.

El pueblo hondureño en resistencia contra la violencia de los usurpadores proclama, una vez más, el desconocimiento del proceso electoral militarizado con que pretenden legalizar la barbarie del 28 de junio pasado y convoca a la Nación a continuar rechazando en forma activa esa farsa del Tribunal Supremo Electoral.

En esta fecha, expresamos nuestro profundo agradecimiento a todos los pueblos del Mundo sus invaluables demostraciones de solidaridad en respaldo a nuestra causa. Mientras nuestra lucha se agiganta, los usurpadores se desploman cercados por la humanidad; el triunfo está próximo.

Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe de Estado 15 de septiembre de 2009
Enviada por Bertha Isabel / Jubileo Sur, às 06:48 16/09/2009, de Buenos Aires, Argentina


Sindicacau aguarda o retorno da ADM Joanes às negociações
Clique na foto para ampliá-la
O Sindicacau realizou uma assembleia, em frente aos portões da empresa, no dia 11 de setembro de 2009, localizada na Rodovia Ilhéus/Uruçuca Km 03, Distrito Industrial de Ilhéus para que a empresa retorne à mesa de negociação para o fechamento do acordo coletivo.

O grande impasse nesta negociação é que a empresa está propondo um reajuste diferenciado por faixa de salários e condicionando o pagamento da PPR (Programa de Participação de Resultados) de um salário base a uma cláusula que dificulta as próximas negociações.O sindicato devido ao impasse criado pela empresa solicitou ao Ministério Público do Trabalho, localizado em Itabuna, a intermediação.

O Sindicacau já fechou os acordos coletivos com as empresas Delfi Cacau Brasil, em Itabuna e Barry Callebaut e Cargill Agrícola em Ilhéus.

Nota desta redação:
Como diria Boris Casoy "isso é uma veeeergooonha".
A empresa recebe incentivos fiscais do governo, portanto do povo brasileiro, e na hora de negociar o reajuste salarial com os Trabalhadores se nega a fazê-lo.
O governo bem que podia tomar vergonha na cara e cortar incentivos fiscais de empresas que não dialogam com seus Trabalhadores nem oferecem contrapartidas sociais.
Sem contraprtida social não pode ter incentivo fiscal!!!
Enviada por SindCacau, às 13:49 12/09/2009, de Ilhéus, BA


Emprego faz inadimplência cair 13% em agosto
A inadimplência dos consumidores caiu 13,16% em agosto, em relação a julho, e 1,38% em relação a agosto do ano passado. No acumulado do ano a queda foi de 8,8%.

Segundo levantamento da SPC Brasil/CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), a queda foi impulsionada pela recuperação do emprego e pelo aumento da massa salarial do trabalhador.

Só a imprensa e a direita burra não querem entender que o neoliberalismo é prejudicial a saúde da economia brasileira e mundial.

Há 10 anos, época do neoliberalismo de FHC, a inadimplência batia recordes, assim como o desemprego...

Agora, com emprego e renda em alta os Trabalhadores pagam as dívidas que contraíram, mantém o dinheiro girando e a economia funcionando e crescendo.

Só não vê a diferença quem não quer ou aqueles que gostariam de ver o povo brasileiro sempre na mesma miséria.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 15:22 10/09/2009, de Curitiba, PR


GM decidiu vender Opel para consórcio russo-canadense
O conselho de administração da General Motors anunciou hoje, em Berlim, a decisão de recomendar a venda de 55% da Opel (sua divisão de automóveis de passeio na Europa continental) ao fabricante de autopeças austro-canadense Magna e a seu sócio o banco estatal russo Sberbank, uma espécie de Caixa Econômica Federal da Rússia. A GM deve manter 35% das ações da Opel.

Em comunicado divulgado pela General Motors Europe, destaca-se, no entanto, que ainda será necessário resolver "nas próximas semanas" alguns pontos "importantes", como uma "confirmação por escrito da representação trabalhista na qual se compromete a apoiar os necessários ajustes de custos".

Espera-se que os sindicalistas europeus não caiam no conto do vigário e aceitem pagar a conta pela má administração da Opel e da GM. Todos sabem que 'os necessários ajustes de custos' é o mesmo que demissão em massa de Trabalhadores e precarização na contratação.

Se conselho fosse bom, niguém daria... Porém, convém aos Trabalhadores Europeus, botarem as barbas de molho e se mobilizarem em torno de seus sindicatos nacionais e internacionais e exigir contrapartidas sociais fortes, já que a Opel e outras montadoras foram beneficiadas por bondades dos governos de vários países europeus.

Também convém alertar que a entrada de um banco russo na jogada não deve trazer nada de bom para os Trabalhadores na Indústria Automobilística Européia. Os magnatas russos já mostraram como sabem destruir as coisas. Detonaram com o socialismo e agora detonam com o capitalismo. Então, porque preservariam a Opel?

Acorda, peão europeu!!! Querem mexer no que é seu!!!
Enviada por Sérgio Bertoni, às 12:56 10/09/2009, de Curitiba, PR


Lula diz que Brasil não reconhecerá eleições promovidas por golpistas em Honduras
O presidente de El Salvador, Maurício Fuenes, em visita ao Brasil ouviu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que "O golpe de Estado é um retrocesso inaceitável. Devemos repudiá-lo incondicionalmente e exigir o retorno do presidente Manuel Zelaya às funções constitucionais para as quais o povo hondurenho o elegeu. Os golpistas precisam entender que a vontade popular é soberana em nosso continente".

Lula afirmou que o Brasil não reconhecerá as eleições "conduzidas pelas forças do atraso e do autoritarismo".

"A América Latina aprendeu, a duras penas, que só alcançaremos a paz e o progresso por meio do diálogo, tolerância e muito respeito pelas nossas diferenças. Não podemos abrir mão dessas conquistas", destacou Lula.

O presidente de El Salvador, que é casado com uma brasileira fundadora do PT, agradeceu o apoio dado pelo Brasil ao seu país, especialmente nos momentos mais sangrentos da guerra civil que o seu país enfrentou.

"O Brasil soube combinar políticas sociais com uma política de manutenção da estabilidade, o que faz com que ele se torne voz obrigatória em todos os fóruns atuais.", afirmou Funes, para quem o modelo de governo brasileiro é um exemplo que deve ser seguido por todos.
Enviada por Sergio Bertoni, às 09:02 10/09/2009, de Curitiba, PR


Mantega acredita em Brasil avançado na próxima década
O ministro da Fazenda Guido Mantega disse, em entrevista à BBC Brasil, em Londres, que a crise representou uma oportunidade para o Brasil mostrar ao mundo suas "virtudes".

O ministro da fazenda afirmou que, na próxima década, o Brasil já vai ser um país avançado, "a quinta ou a sexta economia do mundo" e com potencial de crescer de 5% a 6% "por muito tempo".

É bom começar a se preparar para viver num país "desenvolvido", pois isso significará enormes mudanças tantos sociais, como econômicas e geo-políticas. As cobranças e a responsabilidade também serão maiores.

E para "chegar lá, se deus quiser", como dizem os futebolistas, muito coisa é preciso ser feita neste país. A miséria precisa ser erradicada, assim como o analfabetismo e as favelas. Há muito por fazer para que conquistemos moradia, saúde, educação, transporte, lazer, enfim, níveis de vida dignos e decentes.

Só haverá um Brasil "desenvolvido" se aprofundarmos as políticas de transferência e distribuição de renda, se priorizarmos o SER HUMANO e não o capital, se investirmos e cuidarmos de nossos maiores patrimônios: nosso povo e nossas riquezas naturais.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 08:47 10/09/2009, de Curitiba, PR


Kassab não constrói piscinões e afunda São Paulo
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), gastou neste ano apenas 7,3% da verba prevista para a construção de piscinões na cidade.

O Orçamento de 2009 prevê um gasto total de R$ 18,5 milhões em novos piscinões e reservatórios de águas das chuvas. Foram congelados R$ 17,1 milhões e empenhados até agora apenas R$ 1,3 milhão.

O resultado de tanta "eficiência" administrativa e "responsabilidade" fiscal foi o enorme prejuízo para a população, a cidade, o estado e o país. São Paulo afundou na terça e na quarta porque o prefeito, eleito democraticamente pelos paulistanos, não administra a cidade. Os paulistanos votaram no cara e agora sofrem as consequências.

Quem sabe nas próximas eleições os paulistanos votem num prefeito que sabe (o trocadilho... é fraco, mas real) e faz (não como Maluf fazia!!!).

São Paulo não precisa de gerentes, precisa de políticos e administradores que amem a cidade, o estado e o país, que respeitem o povo e com ele governem. E a solução não está no entreguismo e no colonialismo dos demo-tucanos, que só governa contra o povo.
Enviada por Sérgio Bertoni, às 08:35 10/09/2009, de Curitiba, PR


Rechazamos cualquier respaldo del FMI al golpe de estado en Honduras
Los pueblos de América Latina y el Caribe, África y Asia, tienen ya sobrada experiencia de los apoyos proferidos por el Fondo Monetario Internacional, el Banco Mundial y otras instituciones financieras internacionales, a regímenes golpistas y políticas violatorias de los derechos de los pueblos y la naturaleza. Sin ir más lejos, fue justamente el FMI, uno de los primeros actores internacionales en reconocer y ofrecer apoyo al régimen de facto encabezado por el empresario Pedro Carmona, luego de que éste intentó poner fin al gobierno de Hugo Chávez en 2002, en Venezuela.

Desde Jubileo Sur, rechazamos cualquier acción de parte del Fondo Monetario Internacional, u otra entidad internacional, que signifique un reconocimiento o respaldo al gobierno usurpador en Honduras, encabezado por el Sr. Roberto Micheletti.

En particular, rechazamos la entrega al Banco Central de Honduras de su cuota-parte de la emisión de Derechos Especiales de Giro, realizada el pasado 28 de agosto, así como también de la emisión especial que se realizará en el día de hoy. Si bien la distribución de estos Derechos Especiales de Giro (DEGs) se supone automática, según el tamaño de la economía y su cuota en el Fondo Monetario Internacional, y sin condiciones adicionales al de ser miembro del Departamente de DEGs del FMI, es totalmente inaceptable que tales recursos sean puestos a disposición de un gobierno ilegítimo, más allá que en estos momentos el mismo Fondo los haya bloqueado a la espera de una nueva decisión. La eventual disponibilidad de esos recursos, junto a cualquier otra forma de endeudamiento contraído con el régimen de facto, se constituirían prima facie en deudas ilegítimas que ni el pueblo hondureño ni ningún futuro gobierno legítimo tendría porque pagar.

Llamamos a los gobiernos de todos los países miembros del Fondo Monetario Internacional, a tomar las medidas necesarias para asegurar que esta institución financiera, una de las máximas responsables de la imposición de las políticas neoliberales de ajuste, privatización y mercantilización de la vida y de la naturaleza que han provocado tanta miseria y crisis en todo el mundo, no sea utilizada AHORA NI NUNCA MÁS para contrariar la voluntad y los derechos de los pueblos, como el de Honduras que hoy sigue firme en su resistencia al golpe de estado perpetrado hace ya más de 70 días.

Jubileo Sur
9 de septiembre de 2009
Enviada por Jubileo Sur, às 08:23 10/09/2009, de Buenos Aires, Argentina


São Paulo: Chuvas, Telefonia e Trânsito. Alegria para uns, tristeza para outros
A maior cidade do país literalmente afunda e o paulistano segue votando naqueles que a levam para o buraco

Represas

Esta é a parte boa da notícia. Com tanta chuva as represas da capital estão cheias... Mas isso não depende da vontade dos paulistanos, nem da "competência" administrativa demo-tucana.

A chuva intensa que atinge São Paulo desde a terça-feira (8) de manhã contribui para que as duas principais represas que abastecem a população da Grande São Paulo alcancem o maior nível nos últimos anos, segundo a Sabesp.

O sistema Guarapiranga, na zona sul da capital, está com 90,1% de sua capacidade ocupada por água, o maior percentual desde 1983, quando alcançou 96%. Já no sistema Cantareira, na região norte da região metropolitana, o volume de armazenamento alcançou 81,4% da capacidade máxima, maior quantidade desde 1996, quando a água preencheu 87% da capacidade do sistema.

Trânsito

A capital paulista parou na terça, quando os congestionamentos fora do período de pico chegaram aos 140 quilômetros. E está parada nesta quarta, registrando mais de 110 quilômetros de congestionamentos.

Os "costumeiros" congestionamentos só fazem aumentar e o paulistano individualista, em lugar de protestar ou deixar o veículo particular em casa, corre para uma loja de som automotivo, abre um crediário e instala um DVD ou vai a uma loja de eletrônicos e compra um notebook. Tudo para poder "aproveitar melhor o tempo parado no trânsito".

E no dia da eleição... vai lá e vota em quem promete fazer mais um viaduto, asfaltar mais uma rua... em lugar de eleger quem propõe soluções para o transporte público e o meio-ambiente.

Enchente em SP é um problema ecológico dos mais graves. Porém, o paulistano típico, que adora um asfalto e um cimentado, não vai se preocupar com a impermeabilização da cidade. Individualista que é, ele quer mais é eleger quem prometer mais asfalto!

Pane na Telefônica

A Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) está apurando as causas da pane na rede de voz da Telefônica que deixou boa parte da cidade de São Paulo sem telefone ontem. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a pane afetou até o funcionamento de serviços de emergência, como o 190.

De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, ele exigirá o ressarcimento dos consumidores afetados proporcionalmente ao tempo em que o serviço ficou fora do ar. Na avaliação da Agência, o problema persistiu por 3h30, das 10h30 às 14h, mas parte da cidade permaneceu até a noite sem serviço de voz.

E eu kiko?

E eu ki ko tenho a ver com isso, se pergunta o paulistano com seu sotaque típico de carcamano.

Certamente nada, afinal a culpa de tudo é de Lula. Aliás, Lula foi eleito para fazer chover, não é mesmo?

O paulistano típico, eleitor de Jânio, Maluf, Pitta, Serra e Cassab, deve estar contente com as desgraças que ocorrem na capital dos paulistas. Se não estivesse não estaria dizendo que votará nos demo-tucanos nas próximas eleições em 2010!

Se não estivessem contentes, já teriam mudado de posição e tomado uma atitude enérgica.

No discurso, podem até não aprovar as privatizações, mas na prática votam e acreditam em quem as faz. Tudo em nome da modernidade, da produtividade e da eficiência, que toma conta da alma paulistana. Afinal, diziam os demo-tucanos que quando privatizadas, as empresas estatais funcionariam melhor, prestariam serviços mais eficientes e mais baratos.

Nem uma coisa nem outra aconteceu. A Telefônica de Sampa é privatíssima e vive a dar panes. Em poucos meses apresentou problemas na rede de dados e na de voz, coisa que raramente acontecia na época da gloriosa estatal Telesp...

E os paulistanos votaram e votam nos caras!

O "moderno" paulistano não consegue enxergar o elo existente entre individualismo, privatização, impermeabilização da cidade, enchentes e os demo-tucanos. Deve achar que a desgraça só atinge aos outros, ao coletivo, não ao indivíduo paulistano, "eficiente" e "bem-nascido".

A cidade está um caos e os paulistanos seguem na sua. Quando a coisa aperta colocam a culpa no governo. Porém, a culpa não é só do eleito, não. É, principalmente, de quem os elege!

Muda São Paulo, se não você afunda! Literalmente, submerge! Nota: O autor é paulistano, mas não se orgulha de seus patrícios que vivem a estragar a cidade, impermeabilizando-a e votando em candidatos que só priorizam os interesses dos capitalistas
Enviada por Sérgio Bertoni, às 11:07 09/09/2009, de Curitiba, PR


CUT defende limite de propriedade e aprovação da PEC do trabalho escravo
A pauta do mundo sindical tem um novo elemento a seu favor na disputa do projeto político de reforma agrária no Brasil. A decisão de atualizar os índices de produtividade da terra, anunciada no mês de agosto pelo presidente Lula, deu fôlego ao desafio histórico da Central, da Fetraf, da Contag, do MST e de todos que lutam de verdade pela justiça social.

Por se tratar de um assunto delicado e de extremo interesse dos conservadores que detém a grande maioria das terras no Brasil, tem gerado polêmica no cenário político do país.

"A elite golpista, essa direita raivosa, medieval, com a ajuda de uma mídia absurdamente descolada da maioria, está atacando a atualização dos índices de produtividade porque querem que as regras continuem as mesmas de 1975, quando o plantio ainda era a base de enxada, a produtividade era muito mais baixa do que é hoje", atacou na tarde desta sexta-feira o presidente da CUT, Artur Henrique.

"No fundo, é o mesmo debate da redução da jornada de trabalho: a produtividade sobe imensamente, mas a elite não quer ceder nada para os trabalhadores que participam do processo produtivo. No caso do índice da terra, a situação é ainda mais dramática, porque estamos falando de criar acesso a meios de sobrevivência para quem não tem", completou.

Ainda criticando a mídia, o presidente avisa: "Não adianta atacar o MST e tentar isolá-lo. Essa é uma luta também da CUT, da Fetraf, da Contag. A esquerda precisa se unir neste momento", disse.

Artur também reclamou a intervenção dos intelectuais de esquerda: "Quando há uma possibilidade de consolidar uma iniciativa à esquerda, eles se calam. Como pode?".

Para a secretária de Meio Ambiente da CUT, Carmem Helena Foro, "as matérias veiculadas tentam desviar o foco central da questão, que é avanço na distribuição de terras no país. A proposta do governo é disponibilizar somente terras improdutivas, portanto os que produzem não têm nada a temer", afirma a secretária de Meio Ambiente da CUT, Carmem Helena Foro.

Carmen destaca a atuação dos movimentos sociais que há anos trava esta difícil batalha. "Esta medida resolverá parte do problema, a partir dela teremos um volume maior de terras para assentar milhares de famílias que vivem nas margens das estradas", enfatizou.

Enquanto isso, a CUT e suas entidades continuam pressionando pela aprovação do PEC que acaba com o trabalho escravo e pela criação de um novo limite de propriedade da terra, que acabe de fato com o latifúndio.

O que é - a atualização nada mais é do que a revisão de índices defasados há 29 anos. Pela proposta lançada no mês de agosto pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), os índices - que servem de parâmetro para classificar uma propriedade como produtiva ou improdutiva - serão atualizados com base na Produção Agrícola Municipal (PAM), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por microrregião geográfica. Isso significa que haverá uma análise caso a caso das propriedades para definir o nível de produtividade.

Os atuais índices foram fixados em 1980, com base no censo agropecuário de 1975 - época em que a agricultura não tinha a mecanização nem a tecnologia atuais, que elevaram e muito a produtividade. A atualização vai levar em conta a média de produtividade dessas microrregiões entre 1996 e 2007.

Dados do estudo "Fontes e Crescimento da Agricultura Brasileira" mostram que, de 1975 a 2008, a taxa de crescimento do produto agropecuário foi de 3,68% ao ano, o que dá suporte à atualização dos índices. No período de 2000 a 2008, o crescimento anual foi de 5,59%. A pesquisa foi divulgada em julho de 2009 pelo Ministério da Agricultura.

Outro dado que estimula a medida governamental é o crescimento da PTF (Produtividade Total dos Fatores). O índice brasileiro (que, entre 2000 e 2008, chegou a 4,98% anualmente) bateu o chinês (3,2% de 2000 a 2006), o estadunidense (1975 a 2006, de 1.95%) e o argentino (de 1960 a 2000, de 1.84%).

Fonte: CUT
Enviada por CNM-CUT, às 09:46 09/09/2009, de São Paulo, SP


Espanha: FESIM-CGT reivindica espaço no Observatório do Auto
La Federación del Metal de la CGT (FESIM) exige participar en el observatorio del Auto y denuncian una reconversión encubierta en ese sector

La FESIM, que cuenta con un 17,6% de representatividad en el conjunto de las empresas constructoras, ha planteado la reducción de jornada sin reducción de salario como única garantía de mantener y crear empleo. El sindicato rojinegro ha presentado al gobierno propuestas para una verdadera política energética sostenible.

En un encuentro en el Ministerio de Industria una delegación de la Federación Metalúrgica de la CGT y de las empresas constructoras del Auto denunciaron lo que consideran una vulneración del derecho de representatividad al haber excluido a la CGT dal Observatorio del Automóvil pues ese sindicato tiene una presencia superior al 15% en las empresas constructoras. También en las propias empresas del auto, como es el caso de Opel-Figueruelas, donde se excluye a la segunda fuerza sindical de las reuniones sobre el conflicto GM-Opel.

Igualmente expresaron su oposición a lo que consideran una reconversión encubierta del sector, con ayudas públicas que, lejos de ser usadas para una verdadera planificación de futuro y salida de la crisis, son utilizadas para pagar los despidos y una destrucción de empleo que supera los 96.000 puestos de trabajo en los últimos 18 meses, con el único objetivo de mantener los beneficios de los dueños de las multinacionales. Como alternativa, la CGT planteó la reducción de jornada sin reducción de salario en el sector, como única manera real de mantener y crear empleo.

La CGT ha exigido un control riguroso y transparente de las ayudas públicas. Casos como los de Iveco o Nissan, que han recibido cientos de millones de euros en ayudas y que ya han despedido más de 1100 trabajadores/as, contradicen las declaraciones del Ministerio de Industria de no conceder ayudas a las empresas que despidieran plantilla. Por ello han exigido que la información de las ayudas entregadas a las multinacionales en los 10 últimos años sean públicas para poder hacer un control como sindicato del destino real de un dinero que sale de los impuestos que pagamos todos los ciudadanos.

Por último presentaron al Ministerio una serie de propuestas en materia de energías renovables y plantearon su rechazo a los monopolios energéticos tanto del petróleo como de las nucleares. Por ello manifestaron su decisión de participar en un debate realmente abierto a toda la sociedad para la fabricación de vehículos libres de combustible del petróleo así como para una energía sostenible y barata para la población. Para ello ofrecieron su apoyo en la lucha contra los lobbies de la energía.

Madrid, 7 de septiembre de 2009.

Secretariado Permanente de la FESIM
Enviada por Diego Rejon, às 09:32 09/09/2009, de Barcelona, Espanha


Jornada de 40 horas: O momento é agora!
Por José Carlos

Um dos temas de interesse da classe trabalhadora que volta à agenda nacional é a mudança na jornada semanal de trabalho das atuais 44h para 40h, sem redução no salário. A proposta de Emenda Constitucional (PEC) 231/95, de autoria do deputado federal Vicentinho (PT-SP), teve a primeira vitória no Plenário da Câmara e agora para entrar em vigor no País a PEC precisa ser votada no Senado e, posteriormente, em segundo turno na Câmara. A proposta também prevê o aumento do valor da hora extra de 50 para 75%.

Neste momento, é fundamental a união de todos os atores envolvidos neste processo, sindicatos e trabalhadores, para pressionar os parlamentares a aprovarem esta medida. Segundo estimativas do Dieese, a nova jornada de 40 horas, sem redução no salário, poderá gerar mais de dois milhões de empregos diretos. Só no ramo metalúrgico seriam criados 177 mil novos postos de trabalho.

Mas sabemos que não há vitória sem luta. Há 50 anos os metalúrgicos iniciaram uma grande mobilização pela redução na jornada de trabalho. Naquela época, a jornada era de 48 horas e, após uma greve de 54 dias, a categoria da região do grande ABC e Diadema conquistou a jornada de 44h.

Hoje, o Brasil vive a melhor fase social e econômica da sua história, fato que virou referência para vários países no mundo no combate à crise financeira internacional. O discurso de alguns setores patronais de que a redução na jornada não beneficiará o Brasil não corresponde à realidade.

Há setores econômicos que já adotam a jornada de 40h, como exemplos os ramos químico (farmacêutico desde 2008) e metalúrgico (montadoras desde 2000) e a experiência mostrou que os ganhos de produtividade não caíram, pelo contrário, aumentaram significativamente. Segundo o 8º Relatório Anual de Produtividade Proudfoot, divulgado no ano passado, 94% dos gestores brasileiros pesquisados disseram que a produtividade de sua empresa está acima da média.

Com a implementação da jornada semanal de 40 horas, sem redução no salário, todos ganharão: de um lado os (as) funcionários (as) que trabalharão mais motivados, pois terão mais tempo para o lazer, para se dedicar à sua formação e cuidar da saúde; de outro as empresas que cumprirão o seu papel de responsabilidade social e o Brasil que gerará mais postos de trabalho e renda, além de contribuir para a redução da exclusão social.

* José Carlos é diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Cajamar e 1º Secretário da FEM/CUT-SP

Fonte: FEM/CUT-SP
Enviada por CNM-CUT, às 08:22 09/09/2009, de São Paulo, SP


CCOO pide a las Administraciones que hagan públicas las ayudas que exige Renault para su plan indust
Tememos que los trabajadores pagaremos por partida doble, vía impuestos y vía reducción de salarios a la multinacional francesa

CCOO quiere que la Junta de Castilla y León y el Ministerio de Industria, así como la empresa Renault, hagan públicas las ayudas que exige la multinacional francesa para su mantenimiento en Castilla y León y cuales son los apoyos económicos que están dispuestas a aportar las Administraciones públicas. Esta información es crucial, en opinión de CCOO, para hacer la cuenta real de lo que nos está costando a cada trabajador mantener abierta las fábricas de Renault en Castilla y León.

Para la Federación de Industria de CCOO y para la Unión de CCOO de Castilla y León la factura está siendo exigida por partida doble ya que financiamos el plan industrial de Renault con los impuestos de todos nosotros y nosotras, pero además, en una vuelta de tuerca más, la multinacional exige también que los trabajadores dejen de su bolsillo otra importante cantidad económica en forma de reducción de salarios y de incremento del tiempo de trabajo.

Como contrapartida a esta exigencia económica cada vez más descarnada Renault promete llevarnos a la sociedad de los países del Este o de Turquía. El Presidente de la multinacional en España, Jean Pierre Laurent, ha anunciado que quiere imponer los salarios de Eslovenia en Valladolid, pero no ha dicho como adaptar esta merma económica a los precios españoles, especialmente a los precios que Renault pone a los vehículos que comercializa en nuestro país y que son adquiridos en su mayoría por trabajadores y trabajadoras, muchos de ellos de su propia empresa.

Por estos motivos desde CCOO Castilla y León queremos mostrar nuestra más absoluto rechazo tanto al fondo de las declaraciones de Laurent como a las formas que nos recuerdan a actitudes del pasado en nuestro país o a dictaduras bananeras de otras latitudes. También nos parece importante que Renault ponga al frente de su empresa en España a personas con palabra que cumplan con lo pactado, es decir traer un nuevo modelo de coche a la fábrica de Valladolid, ya que de lo contrario la negociación colectiva se convertirá en algo que no queremos ni siquiera poner nombre.

Para CCOO el único objetivo es mantener los puestos de trabajo en la factoría de Valladolid y para ello daremos prueba, una vez más, de nuestra sobrada responsabilidad. Negociaremos hasta la extenuación el convenio colectivo y mantendremos la postura más flexible que nos sea posible, pero de ahí a pedirnos un retroceso en nuestra historia que dinamite todas las conquistas sociales de muchos años va un gran abismo. Así pues la responsabilidad que nos piden se la exigimos nosotros desde la Unión Sindical de CCOO Castilla y León y desde la Federación de Industria de CCOO tanto a la dirección en España de Renault como a las Administraciones Públicas porque también tienen la obligación de evitar la pérdida de puestos de trabajo e impedir que la ley de la selva domine en las relaciones laborales de nuestro país.

CCOO Castilla y León
Enviada por Carlos Vallejo, às 08:17 09/09/2009, de Barcelona, Espanha


Japão: o significado da queda do Partido Liberal Democrata
Acredito que o pessoal que acessa este sítio esteja interessado em saber o significado dos resultados das eleições no Japão, que aconteceram em 30 de agosto

Aqui estão as minhas observações sobre o assunto, do ponto de vista dos movimentos sociais japoneses.

O Partido Democrata Japonês (DPJ) ganhou as eleições no domingo passado saindo muito na frente dos oponentes e depondo o Partido Liberal Democrata (LDP), líder do poder político, que controlava o país desde 1955 e sempre foi um aliado fiel dos EUA. As eleições se tornaram um verdadeiro espelho da voz do povo que está pedindo as mudanças radicais e troca do poder.

Nesta década a diferença entre os ricos e os pobres aumentou muito. O desemprego crescente virou a marca desta sociedade. No Japão a gente ouve uma gíria "mão-de-pobre" empregada para as pessoas que apesar de trabalharem muito não conseguem sair da miséria, ganham salários baixos, tem empregos não regulamentados tipo disk-entregas ou trabalham só alguns dias por semana, empregos com garantias sociais reduzidas. Tudo isso é resultado das políticas neoliberais de desregulamentação do mercado e da legislação de trabalho. O povo de nosso país tem certeza de está cheio da administração do LDP.

Yukio Hatoyama, o líder do DPJ que será nomeado o Primeiro Ministro, durante sua campanha eleitoral criticou a economia voltada ao mercado e sociedade baseada na competição severa, assinalando a importância da independência dos EUA e das boas relações com os países vizinhos. Ele determinou o fim das políticas burocráticas cultivadas pelo LDP e se colocou ao lado dos fracos, dando apoio aos desempregados, idosos, pessoas com limitações físicas e pais com crianças. Além disso ele se mostrou relutante ao incentivo do livre comércio e disse ter planos de terminar o apoio militar por parte do Japão à coalisão do Oceano Indico liderada pelos EUA.

Estas iniciativas tem todo nosso apoio! Nós podemos oferecer-lhe apoio no período do governo dele, fazendo-lhe o pedido de corrigir ou modificar as regulamentaçoes neoliberais forçadamente introduzidas pela LDP e fazendo com que ele aceite e execute a nossa proposta.

Na verdade dentro do DPJ existem correntes diversas, desde neoliberais até esquerdistas, porém o novo líder Hotoyama, formado em pesquisa de engenharia, é um político de temperamento moderado que prega irmandade. Nós, com certeza, poderemos usar esta oportunidade.

No momento o Partido Social Democrata (SDP) está realizando negociações com o DPJ sobre possível acordo no Parlamento. Espero que nossos amigos estrangeiros lembrem ainda do Summit Popular em Sapporo onde o presidente do SDP e alguns membros do DPJ se manifestaram contra G8.

Acredito que maioria dos movimentos sociais japoneses podem ter expectativas em relação a esta primeira e histórica chance. Estamos prontos para contribuir com as nossas ideias para o Outro Mundo Possível!

Tudo de bom,

Yoko Akimoto
Secretariado, ATTAC Japão
Enviada por Yoko Akimoto, às 15:25 05/09/2009, de Tókio, Japão


Trabalhadores na Volks e Ford de Taubaté fazem paralisações por aumento real
Os trabalhadores na Volkswagen e na Ford aprovaram em assembléia, na tarde desta sexta-feira, dia 04, paralisações de protesto por aumento real na Campanha Salarial 2009.

Os trabalhadores do 2º e 3º turnos, das duas empresas, iniciaram a paralisação ainda nesta sexta-feira (4), e os trabalhadores do 1º turno da Volks e Ford aderem à paralisação na terça-feira, dia 08.

As paralisações mostram o repudio da categoria à proposta apresentada pela bancada patronal das Montadoras, que ofereceu apenas a reposição da inflação, estimada em 4,66%, segundo o INPC, referente à data-base da categoria que é 1º de setembro, sem aumento real.

Essa mesma proposta foi apresentada pela bancada do Grupo 3 (que reúne os sindicatos patronais dos setores de autopeças, forjaria e parafusos). Os trabalhadores das empresas de autopeças e terceirizadas na Volkswagen e na Ford também aderiram à paralisação.

Na Volkswagen de Taubaté estão paralisadas empresas como SG, Gestamp, Aethra,SM e Goodyear e na Ford estão paralisadas Comau, GRI, Pac Service, Mecalusi e MSX.

Para o Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, Isaac do Carmo, a proposta é inaceitável. “O setor automobilístico foi o que mais se beneficiou com a redução do IPI, portanto, eles não podem apresentar uma proposta deste tipo para a categoria”, disse Isaac.

“Não podemos aceitar a lógica dos patrões de repor apenas a inflação, sendo que setor recebeu incentivos do Governo Federal como a redução do IPI para manter aquecida a produção e as vendas do setor”, disse ainda o presidente Isaac.

Os Metalúrgicos da CUT voltam a se reunir com a bancada patronal das Montadoras nos dia 09 e 11 de setembro, e nova rodada de negociação com as Autopeças no dia 08 de setembro.

A Volkswagen e a Ford de Taubaté tem juntas cerca de 7.200 trabalhadores.
Enviada por SindMeTau, às 09:38 05/09/2009, de Taubaté, SP


Perigo: Senado aprova o AI-5 digital
Nós não podemos deixar isto acontecer.

Senado aprova o AI-5 digital. Políticos querem uma internet chinesa no Brasil. Conversa Afiada não acata decisão

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado acumpliciada com a Comissão de Ciência e Tecnologia apoiou uma legislação chinesa para a internet no Brasil. Veja o que saiu no blog do Nassif.

Os cérebros dessa patranha são Marco Maciel (DEM-PE), que serviu ao regime militar com silenciosa candura, e Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que tem um encontro marcado com o corajoso ministro Joaquim Barbosa por causa do mensalão tucano de Minas.

Sob cinzenta liderança desses dois cavalheiros, a internet brasileira não poderá emitir opinião sobre candidatos em período eleitoral.

A barbaridade é igualar a internet às empresas de rádio e TV, que vivem em regime de concessão.

O que Marco Maciel e Eduardo Azeredo querem é a censura.

Os dois fazem parte da base demo-tucana e isso tem cheiro de José Serra, que controlava a imprensa brasileira com três telefonemas: ao doutor Roberto, ao Ruy Mesquita e ao seu Frias.

Os demo-tucanos são os que mais ganham com a censura.

Os demo-tucanos tem pavor da luz do sol que, como se sabe, é o melhor desinfetante.

O ministro Ayres Britto, ao relatar no Supremo o fim da lei de imprensa, declarou: a imprensa controla os governos. A internet controla a imprensa. A liberdade da internet tem que ser maior que a liberdade da imprensa.

O Conversa Afiada quer comunicar a seus amigos navegantes que, por causa dessas e outras, está pendurado num provedor em território americano, onde a internet desfruta de liberdade razoavelmente maior do que a da China.

E, de lá, do território americano, dirá o que bem entende. Quero ver o Senado, o Marco Maciel e o Eduardo Azeredo calarem o Conversa Afiada.

Paulo Henrique Amorim

Este síto faz sua as palavras de PHA.

Abaixo a ditadura demo-tucana!

Fora o fascismo aviário e eletrônico!!!
Enviada por Ubirajara Freitas, às 11:44 04/09/2009, de Belo Horizonte, MG


Metalúrgicos do ABC realizam assembleia no sindicato nesta sexta
A FEM/CUT-SP voltou a se reunir ontem com os grupos 3 e 8. E, mais uma vez, as negociações sobre salários não avançaram

"Os metalúrgicos precisam quebrar essa indiferença dos patrões. Caso contrário nem mesmo a reposição da inflação estará garantida", alertou Wagnão.

Ele diz que se engana quem pensa que é automatica a reposição, pois há 10 anos o governo FHC proibiu o repasse automático da inflação a preços e salários. "Desde então, é a mobilização dos trabalhadores que, todos os anos, assegura a reposição e o aumento real", afirma Wagnão.

Tudo isto reforça a responsabilidade de cada trabalhador e trabalhadora com a assembleia de amanhã. Participe! A partir da 18h, na Sede do Sindicato.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Enviada por João Cayres, às 11:38 04/09/2009, de São Bernardo do Campo, SP


Metalúrgicos de Taubaté iniciam mobilizações na Campanha Salarial 2009
Trabalhadores na Ford atrasaram entrada do 1º turno nesta sexta-feira

Os trabalhadores na Volkswagen e na Ford de Taubaté participaram de assembléias de mobilização da Campanha Salarial 2009 na manhã desta sexta-feira, dia 04.

A Campanha Salarial 2009 está entrando em sua reta final e as bancadas patronais até agora não sinalizaram uma proposta de reajuste salarial que contemple os trabalhadores.

Os trabalhadores na Ford de Taubaté atrasaram a entrada do 1º turno nesta sexta-feira e a categoria está se preparando para mobilizações ainda maiores a partir da próxima semana se não houver avanço nas negociações.

A Volkswagen de Curitiba está em greve por tempo indeterminado e mobilizações acontecem nesta sexta-feira nas montadoras da região do ABC Paulista.

No setor de Autopeças, foi apresentada uma proposta pela bancada patronal que foi rejeitada na mesa de negociação pelos metalúrgicos da CUT, e as mobilizações também devem ter início na próxima semana nestas empresas.

Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, Isaac do Carmo, o discurso da bancada patronal sobre os efeitos da crise econômica não justifica as dificuldades encontradas na mesa de negociação.

“Não vamos entrar no discurso de crise, porque o Governo Federal adotou medidas de combate à crise como a redução do IPI que está garantindo ao setor de automóveis o melhor ano da indústria na história deste país”, afirma o presidente Isaac.

Isaac afirmou ainda que os trabalhadores farão a sua parte nesta Campanha Salarial, com muita unidade e disposição de luta para as mobilizações.

“Vamos buscar um aumento real que justifique esse aumento da produção e nas vendas, e vamos buscar o melhor acordo salarial do país”, completou Isaac.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região representa 7.187 trabalhadores nas Montadoras, 3.702 trabalhadores nas Autopeças (Grupo 3), e 8.540 trabalhadores nas empresas dos Grupos 2 (máquinas e eletroeletrônicos) e 8 (trefilação, laminação, entre outros).

No Estado de São Paulo, a FEM/CUT-SP (Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT) representa cerca de 220 mil metalúrgicos.
Enviada por SindMeTau, às 09:20 04/09/2009, de Taubaté, SP


Bom dia! os tucanos "descobriram" que o Bolsa Família é bom.
Será que sua base eleitoral sabe?
do blog escrevinhador do Rodrigo Viana, ex-rede globo

Hoje, acordei tarde para o café. Sobre a mesa, além de umas broas de milho, havia o "Estadão" e "O Globo". Desde que decidi cancelar a assinatura da "Folha", após o episódio "ditabranda", minha mulher vez por outra compra outros jornais. Acho que é uma campanha subliminar para que eu assine algum deles.

Hoje, tentei ler os dois. Mas são insuportáveis. Dedicam-se neste sábado a duas tarefas: defender Uribe dos "ataques" de Chavez, e prorrogar o julgamento de Palocci no STF. Que eu saiba, o STF é a suprema corte. Decidiu, está decidido. Mas se a decisão contraria os interesses dos jornais, aí não vale.

As broas de milho, essas eu agradeço. Com café preto bem forte, fazem minha manhã mais agradável. Mas "Estadão" e "O Globo" ninguém merece. São patéticos.

Mais patética foi a notícia que eu encontrei no "Estadão, na página A-11: "PSDB quer abandonar crítica a projetos de Lula". O jornal "informa" que os tucanos estão orientando as bases do partido a dar "visão positiva" dos programas sociais de Lula. O comando do PSDB não quer passar a "impressão" (impressão?) de que é contra Bolsa-Família, por exemplo.

Tarefa inglória. A base social dos tucanos na classe média de São Paulo (mas também em BH, Rio, Porto Alegre, Curitiba) propaga pelas ruas e pela internet o discurso de que Lula - o "apedeuta" - só se reelegeu porque dá "esmola para os pobres".

Isso é o que pensam tucanos de coração. Eleitores de Serra, Alckmin, Gabeira, Aécio, Yeda...

A Globo tentou ajudar. Fez matérias contra o BolsaFamília, contra as cotas, contra os quilombolas. Só que o discurso não colou.

Agora, às vésperas da eleição, os tucanos resolveram mudar: "Bolsa-Família é legal, sim; a gente é que não tinha percebido".

Isso me lembra a foto do Alckmin, em 2006, vestido de "guerreiro defensor das estatais". Para não passar a impressão (impressão?) de que ia privatizar tudo se ganhasse, Alckmin achou que podia renegar - com uma foto-a história privatista dos tucanos.

Não deu. Tenho um amigo tucano que votou no Alckmin no primeiro turno. Depois daquela foto, ele cravou Lula no segundo turno: "o cara não tem coragem de defender nosso prgrama de privatizações, como vai governar o Brasil?", dizia-me esse amigo.

Em relação ao "Bolsa-Família", a esquizofrenia será a mesma.

Os tucanos estão desesperados. Acionaram os jornais para campanha contra Dilma. Acionaram a Globo contra Lula. Acionaram o Montenegro (do IBOPE) para previsões esdrúxulas dando conta da vitória inexorável de Serra.

Só esqueceram de um detalhe: como acionar os eleitores?

Que programa os tucanos têm a oferecer? Vão manter os programas de Lula? Então pra que votar na oposição?

Eles não têm programa. E não têm militância. O PSDB abriu inscrições na internet para filiados que queiram se cadastrar, com objetivo de votar nas prévias do partido para 2010. Sabe quantos se cadastraram até agora? Mil pessoas. O partido tem (no papel) um milhão de filiados.

A base social tucana é a classe média raivosa que acredita no "Estadão", na "Folha", em "O Globo" e no "Zero Hora". Esses jornais terão tabalho pra convencer esse povo de que o "Bolsa-esmola" - como eles dizem - agora deve se defendido.

Azar o deles. Coloco os jornais no lixo. E vou comer minhas broas de milho.
Enviada por Ubirajara Freitas, às 08:19 01/09/2009, de Belo Horizonte, MG


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